MotoGP comprará Superbike?

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Notícias vindas da Europa dão como certa a venda, pela Infront Motor Sport, dos direitos da Superbike à Bridgepoint, empresa que detém os direitos da MotoGP em sociedade com a Dorna.

A crise no mercado de duas rodas do velho continente e o recente anúncio da saída da Yamaha do Mundial de Superbike ao final desta temporada, confirmaram que mudanças profundas são necessárias para atrair novos patrocinadores e baratear os custos da corridas.

A MotoGP, que já viu a saída da Kawasaki em 2009, a Suzuki aos trancos e barrancos com uma única moto e convive com um grid extremamente reduzido, também teve de tomar providências. Exemplo disso é o novo regulamento que entra em vigor já em 2012 e trata das equipes “Claiming Rule Team” (CRT), que podemos dizer, são as regras diferenciadas para novos participantes na categoria. No ano que vem, as novas equipes que quiserem participar da MotoGP utilizando uma moto que não seja da MSMA — Ducati, Honda, Suzuki ou Yamaha — necessitarão da aprovação de uma comissão de GPs. O pedido pode ser feito até o dia 31 de dezembro e, caso aprovada, essas serão as equipes CRT.

Pelo regulamento, uma equipe CRT terá algumas vantagens técnicas, como tanques de combustível maiores – 24 litros contra 21 – e mais motores por piloto em cada temporada; 12 ao invés de seis das equipes não CRT.

Ainda que ocorra uma inusitada parceria ou associação entre as duas grandes rivais, seus respectivos regulamentos não devem sofrer alterações a curto prazo. Não há nada oficial ainda, mas onde há fumaça há fogo.

Fonte: Motoblog.it

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