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quinta-feira, 9 dezembro 2021
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Clássicas que a gente nunca esquece!

Entra ano e sai ano, e o que não muda nunca é a paixão que temos pelas motos clássicas. Aproveitamos então para dividir essa paixão com você. Decidimos falar um pouco de uma moto que ficou muito conhecida nos grandes centros urbanos e nas áreas rurais de todo o mundo.

Com certeza você já ouviu falar, ou melhor, ouviu o ronco dela e a procurou, ronco esse característico, abafado e vigoroso, daqueles que rapidamente pensamos, 'o que é isso se aproximando?'. Estamos falando de uma moto que rendeu assunto nos anos 80 e 90, uma moto trail monocilíndrica, 4 tempos, refrigerada à ar, partida manual e, detalhe, 6 marchas.

Quem hoje tem entre 40 e 50 anos conhece bem essa moto. Para àqueles que nessa época ainda eram crianças ou adolescentes, ficaram as lembranças daquele tio rockabilly que tinha uma moto branca e vermelha, que quando estava chegando na casa dos familiares dava para escutar o ronco do motor lá da esquina, sem falar nos inúmeros pedidos de, 'tio-tio, me leva dar uma volta?'.

Para os donos, sem dúvida nenhuma, a moto marcou presença e ainda marca, não somente pela estética e robustez, mas também por detalhes bem familiares como, 'o famoso coice de cavalo' na hora de dar a partida. Era comum ouvirmos uma  frase do tipo:

“Criança, sai de perto que é pro titio não te machucar”.

Nascida em 1982, a Honda XL 250R é derivada do mesmo modelo europeu. A moto trail, na nossa versão tupiniquim, recebeu um sutil ganho de potência, uma adaptação para nossa gasolina com até 25% de adição de álcool anidro e uma pequena alteração para uso nas estradas brasileiras.

Pois bem, estamos falando da família XL 250R, XLX 250R e 350R, com seus inesquecíveis motores e modelos:


Para os amantes das XlXs ainda há esperanças, pois, essas motos contínuam circulando nas ruas, fazendo estória e novos fãs todos os dias. Acredite!

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26 COMENTÁRIOS

  1. Bom dia a todos tenho orgulho de dizer que com as duas que possuo hoje já tive 4 xlx 350r 87 – branco, 88 branco, hoje 89 azul e amarelo com lindos 16000km rodados, e outra 90 também azul com grafite com lindos 740 km rodados simplesmente novas, grandes queridas da minha vida….se souberem de mais alguma assim me repassem

  2. io galera se vcs quisetem ter uma xlx de novo estou querendo veender a minha 1987 xlx 250r preta moto era do meu pai é bem boa a moto ela esta com o motor na primeira retifica nunca tinha sido feito ai aproveitei que tava com a mao na masa e jatiei o quadro pintei troquei as laterais mas tenho as originais e fis mais augumas coisas que presisavam e a moto ficou bem boa se interesarem meu email é [email protected]

  3. Hoje possuo uma Tornado, mas sinceramente, minha “Xiselona” éra mais moto. Tinha mais motor, suspensões mais firmes e por incrível que pareça, bebia menos. Só tive um problema com ela, o bendito descompressor automático quebrou, e como a substituição custava caro, removi o dispositivo que ajudava no ato de “descer” o pedal. Já a Tornadinho, hoje com 16 000 km vive dando problema em corrente de comando, campana de embreagem, folga axial no comando de válvulas, cubo traseiro….

  4. Tenho 21 anos e meu sonho é ter uma XL 250R. Acho uma moto muito bonita, clássica e ímpar. Quem vê essa moto de longe já sabe qual é. Meu tio tinha uma XLX vermelha e sempre que pudia eu andava na moto dele, achava o máximo!

  5. Tive uma 85 branca chamada carinhosamente de jegue do mato. Como sou baixo para ligar deixava apoiada no pezinho e me apoiava na pedaleira e ficava esperando o “tranco”

  6. Ainda tenho a minha XLX 250R 1987, um carburador… precisando de uma reforminha, parada no porão há 21 anos… pneu dianteiro ainda é o original…

  7. Belissima coleção de motos! Me lembrou um episodio em que dois grandes amigos meus pararam num bar de motos, um deles, após ser chamado de gordinho, encarnou o Obelix e quase fez um domino de motos estilo, o outro, meio franzino com porte físico de uma mosca bulêmica, porém com a fúria do tamanho do Yao Ming derrubou um com um cara de 2metros com um chute Daniel San no saco do gigante e saiu em fuga roubando um capacete! Bons tempos!

  8. Me lembrei da Xlona que meu pai tinha!
    Ele trabalhava em outra cidade e a alegria minha e dos meus irmãos era quando ouviamos o ronco inconfundivel dela virando a esquina da rua de casa, não tinha erro era nosso pai! Sem falar das viagens como garupa do meu pai e da vez que eu conseguir dormir na garupa da Xlona viajando numa estrada de terra!

  9. Tive uma XL 250 três 350 e três Sahara. Estou louco pra ter outra Sahara, mas tá difícil encontrar em bom estado a preço justo. Vou resumir: A MELHOR MOTO FABRICADA NO BRASIL EM TODOS OS TEMPOS!
    Há quem diga que é a XT 600, mas a Yamaha tem manutenção mais difícil o que a faz perder um pontinho pra Sahara (que em essência é uma XL) Mas foram as melhores motos Brasileiras: Sahara e XT600.
    E as atuais Twister, Tornado, CB300 e XR300, sobretudo a Tornado e XR300, na verdade são “evoluções” (eu diria involuções) das XL, que ainda são melhores que as atuais.

  10. Numa coisa que os Europeus sempre vão ser melhores que os Japoneses: eles criam e cultivam seus mitos. Recentemente a Triumph fez uma edição especial da Bonneville… a HONDA bem que poderia fazer uma edição limitada da XLX, no estilo antigo com tecnologia atual. Poderiam colocar o que fosse… ABS, suspensão invertida desde que mantivessem a experiência “vintage” (como o painel analógico, por exemplo). Numa série limitada eles venderiam por quanto quisessem e mais, teriam a marca em todas as conversas – a melhor publicidade…

  11. A e esqueci de falar, tinha duas cores no tanque, e carenagem frontal do farol, e dei muito pau em rdz 135 naqueles dias……………………

  12. Tive uma XL 86 2 carbura, dificil de regular, mas um maquinão para a época, mas tenho mais saudades ainda da munha turuninha ohc 86, economica e lindinha

  13. POR ALGUNS ANOS TIVE UMA XLX 250 R ANO 1990 PRETA UMA VERDADEIRA RELIQUIA ATÉ HOJE SINTO SAUDADES DELA ERA UMA MOTO SIMPLESMENTE FANTASTICA E O LEGAL ERA A 6 MARCHA UMA MARAVILHA. FAÇO PARTE DO GRUPO DOS QUARENTÕES SAUDOSISTAS ,COMO ERA BOM PILOTAR A DITA XLONA.

  14. Tive uma das primeiras, comprada em agosto de 82, branca. Também vendi a CB400, que julgava meio “careta”, e com a XL fiquei 9 anos. Muito boa a moto, além de econômica. Os contras ficavam pelos trancos que o pedal de partida dava de vez em quando, o pistonete do carburador que travava, também de vez em quando, e os chiados do freio a tambor, mas o resto, só show mesmo, muito boa moto ! Cidade, estrada, trilhas, tudo de bom !

  15. Eu sei bem o que ter uma XLX 350r, pois sou dono de uma há 20 anos, é uma modelo 1987, se duvidam , procurem no youtube por infinita perereca, essamoto eu a uso todo dia, pra ir ao trabalho, é meu xodó.

  16. A minha era 82. A primeira que chegou numa revenda Honda em Santana, zona norte de São Paulo. Troquei pau a pau numa CB 400 que sofria demais na buraqueira paulistana.Já naquela época. Com a XLinha valia tudo:buraco, lombada, calçada.Saudades dela.Consegui um album de familiares com uma foto dela e a minha mana fazendo pose.

    http://mail.mailig.ig.com.br/mail/?ui=2&ik=43e15dd4df&view=att&th=138fe52cf093729a&attid=0.6&disp=inline&realattid=f_h4urkhku5&safe=1&zw

  17. Realmente dá uma saudade danada lembrar destas xl’s. Eu por ex. tinha na epoca uma cg 79 e de vez em quando participava de passeios com o pessoal da NSA Motos, oficina no Jabaquara, do Jose Carlos.

    Itatiba (sem gasolina) epoca do racionamento, Cachoeira do Pretos em Joanópolis.

    A maioria com moto pequena, turuna, ml, as rd’s da yamaha e tals. Alguns com suas DT-180 (Julio, Antonio Carlos), outros com CB400 (Zezinho), eita saudade.

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