Antes de mais nada, quero deixar bem claro que esta avaliação da Tenerezinha da Yamaha foi feita da forma mais pessoal possível, baseado em uma convivência real de mais de ano. Diferente de outras avaliações, quando analiso o promissor futuro (ou não) de uma moto, neste aqui, analisei os prós, os contras, e como melhorar um “contra”, e este teste foi feito em nada menos do que… a minha moto, e não é por isso que o leitor deve deixar de falar, gritar, e até xingar com educação

Fotos: Roberto Severo
Com vocês, a bela Olívia! Uma adolescente de membros inferiores alongados e elegantes, alta, e branca como a neve, peitoral farto e olhos luminosos e penetrantes… Esta é a pequena e jovem Olívia, japonesa de linhagem nobre. O que podemos falar da família desta miss? Família que lhe dá o portentoso sobrenome: Ténéré.
“Jovem” porque a Yamaha lançou sua caçula em 2011, famosa por que seus ancestrais, mãe e avó foram ícones de aventuras e competições na África e outras regiões inóspitas onde poucas se arriscaram a pisar, ou melhor, rodar…

O nome Ténéré, significa “deserto” na língua dos Tuaregs, povo que habita o deserto do Saara, e foi atribuído ao modelo no início da década de 80. Entre 1983 e 1996, o modelo foi o paradigma de moto trail no Brasil, na época era o meu sonho de consumo, e de muitos amantes das duas rodas.

A vovó da Tenerezinha da Yamaha ficou famosa muito pela versão Super Ténéré, que participou e venceu uma edição do rali que ainda iniciava em Paris e terminava em Dakar. Rapidamente a moto se tornou celebridade lá fora e no Brasil, onde a Yamaha nacionalizou como Ténéré XT600. Depois veio o modelo Yamaha Super Ténéré 750 e a história seguiu. Vamos virar o botão da máquina do tempo mais de 20 anos à frente.
Veja como foi o vídeo de lançamento da Ténéré há dois anos:
Para muitos motociclistas indecisos, os fatos históricos que envolvem o nome Ténéré, são fatores decisivos para a escolha de uma motocicleta da categoria de 250 cilindradas, mesmo sabendo que as pequeninas 250 pouco têm do motor e tecnologia das suas irmãs maiores. Elas compartilham a mesma origem (Yamaha), e feições muito semelhantes: o formato do tanque, por exemplo, é uma marca registrada que deixou traços em todos os galhos da árvore genealógica e, pessoalmente, acho um diferencial.

Olhando para o painel, o piloto encontra instrumentos claros e intuitivos:
- Conta-giros analógico
- Velocímetro digital.
- Hodômetro total, 2 parciais (Trip A e B), e um de reserva
- Hora
- Nível de combustível

Nada a declarar sobre os espelhos, fazem bem a função, e o piloto não fica olhando para os próprios ombros.
Apesar de ter um apelo trail, pela minha experiência, a moto tem forte vocação urbana, mas não faz feio na estrada para “tiros” curtos, até por que seu tanque de 16 litros permite uma autonomia de quase 400 km sem parada para reabastecimento.

O calor gerado pelo motor não é sentido pelo motociclista em nenhuma circunstância, o que reforça mais sua adequação no “anda-e-para” do trânsito urbano.

O banco de duas alturas é bem confortável e o piloto se encaixa perfeitamente na moto, principalmente se você tiver uma estatura avantajada (tenho 1,80 m), o garupa fica em posição levemente superior o que melhora a visão dele, e alças laterais dão segurança na condução.
Quatro pontos que podem ser facilmente melhorados com pequenas cirurgias plásticas:
1) Os sulcados sapatos de borracha da Olívia em algumas curvas fazem com que o conjunto dê pouca segurança, algumas vezes jogando a moto para dentro da curva, uma boa dica seria trocar o pneu dianteiro por um um pouco mais largo 90/90, o que melhora a estabilidade consideravelmente.

2) Os freios são meio “borrachudos”, e outra providência corretiva é a instalação de flexíveis (cabos) com malha de aço (“Aeroquip”) no freio da frente e desejavelmente no traseiro, isso requer um investimento de aproximadamente R$ 200,00 mais mão de obra, e fluido de freio DOT4.
3) Para grandes ursos como eu, um aumento da bolha é uma boa idéia para que o vento não bata muito na “moringa” do sujeito, esta peça pode ser facilmente encontrada no mercado “off-concessionária” e custa por volta de R$ 150,00.
4) Migrando do funcional para o estético, tenho que falar que a Yamaha não agraciou muito a bela japonesa na região glútea, ela está longe de ser uma “popozuda”, parece que falta algo ali atrás… Bem, uma bela prótese de silicone, ou melhor, armação de metal, ou bagageiro, vai muito bem, tanto esteticamente quando funcionalmente, pois pode acondicionar um bauzinho. Por favor não coloque um baú de 100 litros, pois a pequena vai ficar com o traseiro maior que o da Beyoncé e com corpo da Kate Moss, ou seja, uma aberração!

Dois pontos negativos que não tem jeito, é genético, vem de família:
1) O câmbio não é algo que posso elogiar muito, por vezes, no farol é difícil engatar a primeira, e em algumas situações ao reduzir várias marchas de uma vez só ele se mostra resistente, tendo que soltar a embreagem várias vezes antes de continuar a redução.
2) O motor que gera 21 equinos a 8.000 rpm, que é o mesmo da Fazer e da Lander, quando em movimento, a uns 3.500 rpm, faz um ruído danado, parece que tem coisa solta lá por baixo e dá medo a iniciantes. É comum um pretenso proprietário da pequena Yamaha Ténéré ir entusiasmado na concessionária e ficar assustado e decepcionado após o test-ride. Na XTZ Lander, e principalmente na Fazer, este ruído não é tão aparente, mas dado o formato da carenagem do tanque da elegante Olívia, esta peça vira uma caixa de ressonância, um amplificador que leva o som diretamente para cima em direção da cabeça do piloto.

Por que faz barulho? A arquitetura do motor de 249 cc, monocilíndrico, diferentemente das suas irmão maiores – 660 cc e 1.200 cc – tem pistão forjado e camisa do cilindro em cerâmica e um pouco mais de folga, justamente para diminuir o desgaste. É defeito? Não companheiro! É característica!
Desgasta mais rápido? Não! O motor da Ténéré se provou mais resistente do que as suas concorrentes em testes de longa duração. Incomoda? Sim! E demora a “virar paisagem” para os ouvidos. Mas hoje já ignoro totalmente.

Outro aviso pertinente que obtive de um colega durante a pesquisa técnica sobre a moto: o sensor híbrido da Ténéré, apesar de usar uma tecnologia mais atual, e durável, não pode ser vendido separado, como é o caso da XRE 300. Se você tiver problema de funcionamento em um dos 3 sensores que integram o Híbrido, terá que trocar o corpo de aceleração completo. Portanto cuidados, como evitar banhos quentes com máquinas de alta pressão diretamente nos componentes eletrônicos, que não são nada recomendados.

Cinco pontos que fazem com que o piloto fique realizado ao montar a Olivia 250 da Yamaha:
- Farol 2x 55watts
- O guidão esterça muito, é uma comodidade só! E sendo leve, dá manobra facilmente.
- Apesar do pequeno motor, a Tenerezinha responde bem (aceleração e retomadas)
- A posição de pilotagem é excelente, com altura regulável) e não cansa graças à distância e formato do guidão, banco confortável, e posição dos pés.
- Baixa manutenção e revisões baratas, sem contar o seguro mais baixo que a concorrente direta. Este último está diretamente ligado ao risco de roubo e para quem usa no dia-a-dia é um senhor diferencial, se não for pelo dinheiro, pelo risco de “abordagem indesejável”.

+Plus a mais (coisinhas que que ajudam mas não são imprescindíveis):
- Pelas fotos o leitor vai notar que comprei, de presente de Natal 2012, um GPS para mocinha, como uso no dia-a-dia, é um equipamento quase necessário, dada a minha carência de orientação natural.
- Coloquei também uma manopla que permite descansar mais as mãos enquanto mantenho uma aceleração.
- Os protetores de mãos que instalei, além de complementarem a estética, cumprem bem a sua função de “segurar” pedras, insetos e outros “bichos” antes de acertarem os dedos.

Música da Olívia:
A Olívia e a Estrada:
Tanque cheio, mochila nas costas, vamos para o litoral comer camarão com os pés na areia!
Depois de um “tiro” de 100 km contínuos, o assento se mostra adequado e não deixa as nádegas quadradas. Gera pouca vibração acima dos 100 km/h, e suas mãos não chegam formigando.
Apesar do nome Ténéré, este modelito não é para cruzar o continente, atravessar o Saara, visitar as focas do Alasca ou os simpáticos pinguins da Antártida. Contente-se em comer um peixe no litoral com essa Yamaha, passear nas montanhas e curtir viagens de bate-e-volta. A autonomia dela é sensacional e você não se preocupa em abastecer por mais de 400 km.

Na estrada, como sou alto, senti falta de uma bolha um pouco mais alta para fazer com que o vento passe por cima do capacete. A suspensão levemente mais curta em relação à da Lander (dois centímetros menor), permite fazer curvas em alta velocidade com mais facilidade.
A Terra e a Olívia
Não poderia deixar de pegar uma estradinha de terra para tirar uma onda com a ágil Ténéré. Na verdade encarei um barreiro danado durante uma tempestade que me pegou próximo a Campos do Jordão, São Paulo. Resolvi dar cabo na pequena, e toda a elegância virou valentia, se mostrando uma boa moto para trilha também, porém recomendo ajustar a suspensão para baixo e trocar os flexíveis do freio, como disse antes.

Em 2011 o lançamento foi nas cores branca e preta, em 2012 apareceram as belas azuis. Já o modelo 2013, que já pode ser apreciado nas concessionárias, trás um “champanhe” com novo grafismo, que ao meu ver é o mais bonito.
Ficha técnica da mocinha Yamaha XTZ 250 Ténéré:
Motor: A gasolina, quatro tempos, 250 cm³, monocinlíndrico, duas válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial e refrigeração a ar.
Câmbio: Manual de cinco marchas à frente com transmissão por corrente.
Potência máxima: 21 cv a 8 mil rpm.
Torque máximo: 2,1 kgfm a 6.500 rpm
Diâmetro e curso: 74,0 mm X 58,0 mm. Taxa de compressão: 9,8:1.
Suspensão: Dianteira com garfo telescópico com 220 mm de curso. Traseira monoamortecida com link e curso de 200 mm.
Pneus: 80/90 R21 na frente e 120/80 R18 atrás.
Freios: Discos simples na dianteira e na traseira.
Dimensões: 2,12 metros de comprimento total, 0,83 m de largura, 1,37 m de altura, 1,38 m de distância entre-eixos e 0,86 m de altura do assento.
Peso: 137 kg. (seca)
Tanque do combustível: 16 litros.
Produção: Manaus, Amazonas.
Preço Sugerido: R$ 13.490,00 (0 km)
Para os mecânicos de final de semana, como eu, o catálogo de peças da pequena Ténéré está disponível para download para os modelos 2011, 2012 e 2013.
Amigon, se você ainda está indeciso, veja o comparativo que fizemos da Ténéré “Olívia” 250 com sua principal rival, a XRE300. A matéria é de 2011, mas nada fundamental se alterou de lá para cá.
Keep riding!
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Yamaha: Conheçam Olívia, uma Ténéré 250,




Olá grande Roberto! Acompanho seus artigos e tenho de lhe dizer… QUE LEGAL CARA! Parabéns, pois percebe-se paixão em suas linhas!!!
Bem, como muitos aqui também já tive muuuitas motocicletas, de cores, tamanhos e estilos diferentes, mas as Trail sempre me fascinaram! Assim, comprei mais uma integrante para minha garagem, uma Ténérézinha para o dia-a-dia… cara você disse tudo, a motoquinha é show maso barulho do motor depois de “quente” assusta! É um “BRRRRRRRRR” irritante!!! Valeu grande colunista, jornalista salve-salve!!! Abraço!
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Parabéns pela matéria!
Roberto, sempre tive esta dúvida…
Tenho hoje uma XTZ 125x (motard), posso passar, sem problemas, para a Tézinha?
Quais são os principais cuidados, manutenção, etc??
É complicado lidar com ela?
E sem mais delongas, o custo de manutenção é acessível?
Grato!
Abraços!
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Parabens roberto…tenhouma azul..ganhei em dezembro daminha esposa, chama Nicole rsrsrs, a minhs deu problema na boia e fui atendido prontamente, senti o mesmo problema no câmbio, pega muito quando vai reduzir,e tem que ficar dando tipo”soguinhos”na embreagem para conseguir achar a 1a….no mais a moto e ótima..
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Obrigado pelo comentário Noel,
e parabéns pela Nicole!
Abraço,
Roberto Severo
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OLA ROBERTO SEVERO
TENHO 44 ANOS E APÓS 20 ANOS VOLTEI A COMPRAR UMA MOTO NOVA.
E FOI A TENERE 250 AZUL 2012-2013 ADQUIRIDA EM FEVEREIRO DE 2013.
EXCELENTE MOTO ATUALMENTE COM 1100 KM,
RECOMENDO PRINCIPALMENTE PARA O TRANSITO URBANO.
UM ABRAÇO
MARCOS
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Marcos, obrigado por comentar e deixar sua experiência em relação a sua moto.
Abração,
Roberto Severo
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Prezado Roberto, muito boa a matéia. Apesar de uns trocadilhos exagerados, icou clara e objetiva.
Coloquei vela de iridium na minha e senti realmente diferença até no barulho do escape. Parece que ficou mais esportivo.
Qual a marca dos punhos? O protetor de mãos não bate na bolha?
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Olá Marcelo,
obrigado pelo comentário, também fiz a troca das vela e fica realmente muito bom. Recomendo a todos. A manete é da marca Circuit.
Abraço,
Roberto Severo
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Obrigado Roberto ,
Tenho 1.75 ..creio que da né…ja comecei hoje mesmo a procurar a uma 2013 para comprar rss
Gde abs
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Olá Danny,
sim, dá
Boa sorte na sua busca… Qualquer coisa, avise!
Abraço,
Roberto Severo
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Roberto ,
Tenho uma Cyticon 300i , so piloto ha 2 anos e sempre de Scoters , ja queria ir para uma moto realmente , e lendo esta materia sobre sua Olivia fiquei tentado a comprar uma , e vender a Cyticom .Uso todos os dias , e na verdade pensei em ir para uma moto de maior cilindrada mas como nao estou habituado com a troca de marchas pensei ser mais prudente me manter na mesma ate pegar a manha de dirigir moto “de verdade ” …Agradeço se puder me dar sua opinião
Abs
Danny
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Olá Danny,
A Tenere 250 é uma ótima entrada no mundo das motos que “precisam trocar de marcha”. Pois ela é equilibrada e responde bem à aceleração. O único porém, é que ela é alta, caso você tenha uma estatura baixa, pode gerar alguma insegurança. Se não, boa viagem! Agora é outro mundo. Scooter é bem diferente em tudo!
Abraço,
Roberto Severo
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Roberto ,
Tenho uma Cyticon 300i , so piloto ha 2 anos e sempre de Scoters , ja queria ir para uma moto realmente , e lendo esta materia sobre sua Olivia fiquei tentado a comprar uma , e vender a Cyticom .Uso todos os dias , e na verdade pensei em ir para uma moto de maior cilindrada mas como nao estou habituado com a troca de marchas pensei ser mais prudente me manter na mesma ate pegar a manha de dirigir moto “de verdade ” …Que vc acha ? Agradeço se puder me dar sua opinião ….
Abs
Danny
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Caro Sr. Roberto,
Gostei muito da linguagem que vc adotou para abordar sobre a moto.
Mais do que isso, acabei decidindo sobre a minha próxima aquisição: Uma Ténéré 250 (pode passar lá na Yamaha pegar a comissão pela venda da moto…rsrs). Há um tempinho que venho pesquisando sobre essa moto, pois já estava quase certo que iria comprar uma XRE 300 quando vi uma loira de 1.80m pilotando uma Ténéré 250 branca…. Putz! Que conjunto perfeito. Já achava interessante em ver uma mulher pilotando uma bros em minha cidade que é infestada por mulheres de Biz e quando eu vi a Ténéré e ainda por cima uma bela loira com desenvoltura na sua condução, fiquei gamado. Depois disso, vinha pesquisando sobre os prós e contras das duas motos: XRE 300 x Ténéré 250. Sempre via uma certa parcilidade no julgamento entre as motas, mas vc foi diferente, vejo que apesar de vc ser gamado por essa moto a ponto de utilizar um nome de mulher e fazer várias comparações e analogias a uma mulher, mas vc fez jus ao nome ao ser severo na avaliação da moto, expondo os pontos negativos, em sua maioria corrigidas por pequenas cirurgias (coisa que todas mulheres gostam). Parabéns pela bela narração e linguagem adotada sobre a avaliação dessa moto. Muito obrigado por me ajudar.
Forte abraço.
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Ah! E não se esqueça de cuidar bem dela, pois assim como as mulheres, se vc não a tratar bem, ela vai te abandonar e lhe deixar na mão…
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Muito obrigado pelo comentário Hélio,
Fiquei muito feliz que o meu texto pode ajudar na sua escolha. Ah sim, já estou ficando especializado em moças, estou formando um harém, tem a Olívia, a Beyoncé, a Camila e a Anastácia.
Grande Abraço,
Roberto Severo
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Parabéns!
a motoca é muito boa, a mais bonita da categoria
pois tinha uma até essa semana, parei em frente de casa a noite me apontaram a arma e levaram de mim… igualzinha a sua da até saudade, bom mais tenho seguro e daqui um pouco de tempo ja pego outra Tzinha novamente pq me apaixonei por essa moto huaheuaaueh
abraço!
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Marcelo,
obrigado por escrever, realmente não desejo a ninguém está péssima experiência, ainda bem que só foram bens materiais! O grafismo da linha 2013 eu achei sensacional, quando for comprar outra, verifique!
Abraço,
Roberto Severo
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Muito bom o post Roberto, eu que estou namorando essa moto há alguns meses me sinto muito mais confortável agora após sua isenta e muito sensata análise. Boas viagens por aí!
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Erich,
Obrigado pelo comentário, como disse, a moto é uma guerreira, mas não adianta achar que ela atende a todas as necessidades!
Boas viagens para você também!
Abraço,
Roberto Severo
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excelente abordagem, muito clara e isenta. criticou o q é ruim e elogiou o q é bom, sugeriou melhores simples e baratas. fiquei interessado nessa moto, parece realmente ideal para uso diário e viagens de até 800km.
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Angelo,
muito grato pelo comentário. Agora eu diria que viagens até 400km. ela aguenta bem, sem forçar a máquina!
Grande abraço,
Roberto Severo
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Fiquei impressionado o quanto a Ténérézinha anda. Outro dia, de carro com meu patrão, tinha uma na nossa frente, com um casal em cima, 110/120 km/h o tempo todo, ignorava subidas, e seguia firmemente pela rodovia Washington Luis. Nota dez.
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Tabajara,
Legal seu comentário, realmente, percebi logo de cara que este é um dos fortes da Teneré 250, o motor é resistente e não fica atrás de uma 300cc.
Abraço,
Roberot Severo
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Olá Robert o,
De longe foi a melhor avaliação que já li sobre a Ténéré 250, muito esclarecedora, parabéns.
Tenho uma igualzinha, branca, que não deu nada, ao contrário de uma XRE que tive, somente o recall branco das bengalas, que foi prontamente resolvido na concessionária.
Também me preocupei com o ruído metálico vindo de seu motor, estive em três concessionárias e todas falavam que era normal (isto eu já sabia e sabia também a sua causa), mas ninguém nunca conseguiu me explicar por que o barulho era mais evidente do que nas irmãs, Lander e Fazer, que compartilham o mesmo motor. Você tem toda razão em afirmar que as carenagens ressonam os ruídos.
Mais uma vez parabéns pelo detalhamento da matéria.
Abraços,
Sérgio
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Sergio,
obrigado pelo simpático comentário! Fico feliz em poder compartilhar a experiência do dia-a-dia com vocês. No início de minha convivência com a Olívia, realmente fiquei preocupado com o ruído, mas uma semana depois, e de muita pesquisa, virou “paisagem”.
Abraço,
Roberto Severo
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Reportagem interessante, bem ampla, mas… prefiro uma liguagem mais séria!
Mas não a estou desabonando! Gostei.
Parabéns.
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Olá Adelmo,
obrigado por comentar. Se eu escrever de outra forma, vai perder a identidade, vai parecer forçado. Assim como pessoas que escrevem de forma mais séria, se pedir para elas escreverem com uma linguagem mais despojada, provavelmente vai ficar estranho e desconfortável para ler.
Mas, mesmo assim espero que continue a ler
Abração,
Roberto Severo
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Olá Severo,
Parabéns pelo excelente artigo, abordando simplesmente tudo sobre a moto.
Forte abraço e quando for fazer um rolê, “chama nóiz”!
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Obrigado pelo comentário Marcelo!
Aliás o Marcelo é um cara ora por vez eu consulto para detalhes técnicos!
Abraço,
Roberto
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Provavelmente, a Tenere 250 seja a melhor moto da Yamaha hoje.
Digo melhor, por ela ter as qualidades necessárias para um suposto “Boom” de vendas.
Pena a Yamaha nunca pensar a longo prazo.
Se ela baixasse as margens dessa moto no mínimo possível [e não ficar imitando preço de Honda] imaginem o sucesso.
Se querem ter lucro expressivo, que ganhem nas 800cc pra cima, já que o suposto público pode pagar, mas na faixa 250cc a Yamaha precisa de preço agressivo, só assim pra cair de vez no gosto do brasileiro.
[o chamado Bom, Bonito e Barato]
Parabéns! Excelentes consideraçõs sobre o modelo.
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Olá Ivan,
muito grato pelo comentário e por fazer boas considerações sobre o o mercado, achei que há pontos relevantes inclusive o que tange a questão das 800cc.
Obrigado por contribuir!
Roberto Severo
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Tenho uma branca faz 01 ano e concordo plenamente com o Roberto, coloquei aeroquipe no freio dianteiro, um baú de 40 litros e protetor de mão. Uso ela diariamente para ir ao trabalho, são aproximadamente 60 km dia de Cotia a SP-ZS vai tranquilo nas rodovias e também no trecho urbano. Também fiz o recall branco das bengalas que tinham o Toc..Toc.. fora isso, na minha humilde opnião acho que a espuma do banco deveria ser um pouquinho macia, acho a densidade muito firme!
Bela reportagem!
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Olá Petterson,
obrigado por deixar seu depoimento, talvez a Yamaha tenha colocado a espuma mais dura para não deformar muito com o tempo. Fora isso o banco permite uma postura de pilotagem bem agradável mesmo.
Abraço,
Roberto Severo
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Ola Roberto, como está?
Bela matéria (como sempre rs). A ténéré realmente é uma bela moto, excelente custo x benefício. Mas tenho uma dúvida cruel: Lander ou Ténéré? Já possuo uma 750cc para passeios aos finais de semana e raras viagens, então a 250cc seria para uso quase que exclusivo urbano (alguma eventual estrada de asfalto e/ou terra, nada muito longo, no máximo uns 50 Km). Como já vi aqui matérias da Fazer e da Ténéré, que tal uma da Lander? Talvez até uma comparação com a Ténéré.
Obrigado pela atenção.
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Olá Gustavo,
mais uma vez agradeço o seu comentário, e creio que é uma ótima idéia testarmos a Lander, um modelo que em vários quesitos se sobrepõem à Teneré 250. Anotado!
Grande abraço,
Roberto Severo
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Querido Roberto, qual o nome do bagageiro instalado na sua teneré? Achei Lindo!
Grato at+
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Caro David,
Comprei pelo design e aparente resistência, a marca é Scam (?), e você pode achar facilmente nas boas casas do ramo ou mesmo na Internet.
Grande abraço,
Roberto Severo
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Olá Pirex,
obrigado pelo comentário, realmente a Teneré 250 foi uma grata surpresa para mim. E, sim, nada como o olho do dono!
GRande abraço,
Roberto Severo
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Tive uma e recomendo, comprei a minha ainda em 2010 , fiquei quase 2 anos e tenho muitas saudades da minha “Tereza” negona…rs, ela é uma excelente moto para o dia a dia e companheira para pequenas viagens como disse o amigo, tive uns probleminhas “pós-lançamento”, incluindo o famoso barulho da suspa dianteira “TOC-TOC” que foi solucionado após “algumas” reclamações e ajuda de outras pessoas com o mesmo problema.
Acredito que a versão atual tenha corrigido todos esses probleminhas e ainda por cima (até que enfim) fizeram a cor azul que acho linda, pena que só tinha a branca ou a preta qdo comprei.
CustoxBeneficio em 250cc, pra mim, é uma das “top Five”…rs
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Olá Rafael,
obrigado por complementar com sua experiência. Tereza é também um excelente nome para a a Teneré.
E com certeza a relação custo benefício é excelente!
Abraço,
Roberto Severo
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Excelente artigo, Roberto: nada como o olho do dono para enxergar e descrever com detalhes a companheira de estradas. Mandei o link para um amigo que está pensando em comprar uma e certamente será muito útil. Grande abraço.
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Olá Pirex,
obrigado pelo comentário, realmente a Teneré 250 foi uma grata surpresa para mim. E, sim, nada como o olho do dono!
GRande abraço,
Roberto Severo
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