Yamaha T-Max 2012. Evolução para manter-se na liderança

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Com a chegada de concorrentes fortes como Honda Integra e BMW série C, a Yamaha não perdeu tempo e promoveu uma profunda reformulação no seu maxiscooter, o T-Max.

É a maior mudança promovida pela marca nos  11 anos de vida do modelo, tudo para manter a liderança na categoria, especialmente na Europa, região onde os scooters são os veículos de duas rodas mais vendidos. O modelo 2012 apresentado em Milão apresenta importantes mudanças, tanto no design quanto na mecância e ciclística.

O design das carenagens ficou muito mais agressivo e aerodinâmico, proporcionando um aspecto muito mais moderno à versão 2012. Lanterna de LED, novo pára-brisa e retrovisores de alumínio e novas rodas de 5 raios também colaboram para o impacto visual.

O motor bicilíndrico em linha cresceu — chega agora a 530 cm³ —, ganhou pistões forjados de alumínio e uma otimização geral na câmara de combustão e nos sistema de injeção, admissão e escape. Como o resultado disso tudo trouxe mais potência (46,5 cv a 6 750 rpm) e torque (5,3 kgfm a 5 250 rpm), os engenheiros também reformularam completamente o sistema de câmbio CVT, que apesar de mais robusto ficou mais leve que o anterior.

O freio traseiro ganhou um disco de maior diâmetro (passou de 267 para 282 mm) enquanto o chassi e a balança de alumínio também foram revisados. Só nesses dois últimos itens, além do ganho em comportamento dinâmico, o T-Max perdeu 4 kg.

Vale lembrar que no último Salão Duas Rodas, em São Paulo, a Yamaha do Brasil expôs o T-Max (na versão 2011) em seu estande, o que sugere que devem existir estudos da marca para comercializar o modelo em nosso país.

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