XJ6 N – Uma Tetra com bordas arredondadas

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1968

Não vou repetir o que o companheiro Dionysio já disse sobre a Yamaha XJ6 N e deixar o texto enfandonho, com gosto de “Dejá vu”, ou de “li isso em algum lugar”. Vamos lá, a graça de escrever é complementar, ter diferentes percepções de um mesmo objeto. E o objeto, não abjeto, em questão é a querida XJ6 N da Yamaha.

Yamaha XJ6 N

Teste do mês de janeiro: Yamaha XJ6 N

Yamaha XJ6 N
Fotos: Roberto Severo

Uma quatro cilindros de bordas limadas. Como assim? No segmento das médias cilindradas com quatro cavidades, a XJ6 N é a que entrega potência de forma mais progressiva. Isso é defeito? Não, mas não pense o leitor que é uma moto que “pula”, que dá aquele coice na retomada. É suave. Você percebe os 77 cavalos (e um potro) sendo laçados um a um. Bordas arredondadas… Sacou? A sua concorrente mais próxima, a Hornet, já tem beiradas mais afiadas. É isso.

Yamaha XJ6 N

Leitor, como você pode ver, não dá para deixar de comparar a XJ6 N com a concorrente mais próxima que é obviamente a Hornet, e no quesito design e conforto, a bela da Yamaha sai na frente. Com linhas mais arredondadas e frente mais moderna, a XJ6 N “aparece” mais por onde passa.

Ela é confortável quanto à posição e altura do guidão que propiciam uma pilotagem tranquila. O banco é envolvente, apesar de seu revestimento que poderia ser melhor acabado.

Yamaha XJ6 N

Para frear o problema são outras bordas, menos arredondadas e excessivamente afiadas, ou seja, sem ABS… Mais um texto que gostaria de louvar a frenagem de um modelo potente e acabo por escrever de novo: “cadê o ABS?”. Montadoras, vamos lá, querem oferecer ABS como opcional para estar disposto a trocar o risco intangível por aproximadamente 5% de reais em uma moto que tem preço sugerido de R$ 27.850,00? Ofereça! Mas dê esta opção de segurança aos motociclistas.

Yamaha XJ6 N

Mesmo com bordas redondas, é inegável, e o próprio rugido do motor não deixa o piloto esquecer que há um tetracilíndrico embaixo de sua pélvis e entre suas pernas. Arrisco a dizer que, tirando uma ou outra clássica e a “750 Four”, que é ponto fora da curva e está fora de questão (quem tem cabelo grisalho lembra bem), a XJ6 N tem um dos mais belos rugidos das motos de quatro cilindros que conheço. Muito disso se deve à sua minimalista ponteira que quase some logo atrás do pé direito do piloto.

A ciclistica da XJ6n é um dos pontos altos, ela contorna a estrada como uma bailarina musculosa e oferece muita segurança mesmo para curvas em que o piloto vê o mundo de lado acima dos 110 km/h.

XJ6 N - Uma Tetra com bordas arredondadas

O conjunto ótico faz bem o seu papel e o painel não compromete, porém poderia ser mais completo com mostrador de marchas, além do que, não tente apoiar no painel, ele aparenta estar preso com parafuso na areia. Você mexe e parece que vai soltar na sua mão. Apesar de não ter nenhuma proteção frontal, considero isso uma opção de design.

XJ6 N - Uma Tetra com bordas arredondadas

O câmbio da XJ6 N é bem dimensionado, 120km /h a 6.500 RPM em sexta marcha, porém em baixa velocidade as vezes enrosca um pouco para descer rapidamente para ponto morto. A transmissão requer atenção nas trocas bruscas, troque as marchas na faixa de rotação correta ou ela não vai colocar o giro do motor em  condição de melhor desempenho na retomada. Ela também aceita desaforos como subir de marchas em baixas rotações, mas também não exija resposta a altura.

Vibração na XJ6 N: o piloto nem sente que tem um motor de 600cc funcionando embaixo dele

XJ6 N - Uma Tetra com bordas arredondadas

A vibração é outro ponto positivo da XJ6 N, e ainda com os pesos de guidão o piloto nem sente que tem um motor de 600cc funcionando embaixo dele. E o melhor é chegar ao destino, mesmo que distante, sem a irritante e desconfortável sensação de formigamento nas mãos. Como sei que tem horas que imagens valem mais do que mil palavras, vejam o teste do cálice com água que fiz:

O freio da XJ6 N não é borrachudo e, apesar de não ter ABS, responde bem ao comando. Os pneus Metzeler foram bem escolhidos pela Yamaha. Andei em terreno arenoso, seco e molhado e, fora o primeiro, aderência e segurança foram muito boas, tanto para frenagens como para curvas.

XJ6 N - Uma Tetra com bordas arredondadas

Fiz parciais que me resultaram com um consumo que variou de 16 – 18 km/l dependendo de quanto cabo eu enrolei.

Claro que não concordo com tudo o que o locutor fala nessa peça comercial, mas vale pelas imagens e características mostradas da XJ6 N:

Gostaria que a Yamaha parasse um pouco de falar de “futuro” em português brasileiro claro e ao menos entregar o presente, ou seja, aproximar o Brasil à realidade de outros países? Visite sites da Yamaha lá fora e veja as diferenças.

XJ6 N - Uma Tetra com bordas arredondadas

Aproveitando, vou abrir parêntesis:

Eu sou testemunha viva de que a Yamaha produz belas e boas motocicletas, conheço no dia-a-dia, já tive fóruns, participei de grupos, e o problema da Yamaha não está na motocicleta, as motos que chegam por aqui parecem ser um reflexo de algo maior que acontece em algum lugar fora das estradas, dentro de quatro paredes e provavelmente sem a participação de um motociclista, muito menos um motociclista brasileiro. É só entrar em fóruns especializados em motos da marca que você verá a demanda por produtos recentes, divesidade de modelos, será que tem alguém que monitora isso?

Yamaha XJ6 N

Como não conheço o suficiente os processos, objetivos estratégicos da marca, prefiro parar por aqui para não entrar no campo do “acho”. Mas que tem um desalinhamento do que a marca entrega com o desejo dos motociclistas, ah! Isso tem!

XJ6 N - Uma Tetra com bordas arredondadas

Fechando os parêntesis e voltando para concluir, a XJ6 N é uma moto excelente para quem está ingressando no mundo das médias de quatro cilindros. Se você tem uma bi ou monocilíndrica e quer partir para o universo das motos macias, suaves e potentes, faça o test ride, você vai se apaixonar!

XJ6 N - Uma Tetra com bordas arredondadas

Agora, se você já é familiar deste terreno de altas rotações e máquinas nervosas com bordas angulosas, pode ser que se decepcione. Em contrapartida, apesar de ser uma moto menos potente (24 cavalos a menos), se comparada com a Hornet, ela é mais econômica, privilegia marchas mais baixas, e é mais barata.

XJ6 N - Uma Tetra com bordas arredondadas

Keep riding!

Tabela Teste - Avaliação Yamaha XJ6 N

43 COMENTÁRIOS

  1. Roberto quero comprar uma 600cc estou em dúvida não sei se compro uma hornet ou uma xj6n me falaram que xj6n da muito defeito nos discos de embreagem é verdade essa informação obrigado

  2. Parabéns pela Matéria e fotos que ficaram show! Pelo que já li, é a moto certa pra mim, saindo de uma XR Tornado, saindo da lama e indo no asfalto!!! Acho que vou de F, carenada, apesar de 90% do uso ser na cidade, mas, pelas fotos ela é linda! Vou dar uma passada na Yamaha para conferir ao vivo.

    Beto, Natal/RN

  3. Parabéns Roberto pela excelente matéria, mas você sabe informar se a XJ6N terá possíveis alterações no modelo e nas tonalidades para 2015?
    Entendo que é muito cedo, pois estamos em Fevereiro de 2014, para lhe indagar sobre as questões acima abordadas.

    Abração e fica na Paz!!!!!!

  4. Ótima matéria Roberto, tirou algums dúvida minha para adquirir a xj6, mais a maior dúvida é, eu comprando esse período a xj6 do ano 2013, no é possível que a xj6 2014 seja diferente ? Devo espera ou a xj6 2014 será mesma coisa do modelo 2013 ?

  5. Tenho moto desde 1986, já passaram minha mão muitas delas, recentemente travei uma guerra para escolher entre a Hornet Honda, ER6 Kawasaki e a XJ Yamaha.
    Não levando em conta o valor, torque e valor de seguro, queria eu uma média cilindrada destas de entrada.
    Depois de muito pesquisar e conversar com quem é proprietário das ditas cujas, optei pela XJ.
    O que posso dizer é que não tenho defeito para por na mesma.
    A questão das marchas que o texto ai se refere é pura verdade, mas a questão é se acostumar com o tempo do motor e as marchas entram de boa, também tem que ter controle bom controle na mão e cabeça no lugar, aconselho que somente pilotos experientes a pilotem pois esta história de que ela é dócil e conversa, ela tem sim um motor nervoso.
    Devo acrescentar ainda o seguinte a Yamaha está de parabéns pela fabricação desta máquina.
    Segue uma imagem da minha:
    http://farm8.staticflickr.com/7336/11164542473_2d8e9b07f9_o.jpg

  6. Olá pessoal,
    Em relação à potencia da moto… ela não tem os 77cv que a Yamaha diz que tem e sim 58cv como consta no documento. Estive olhando uns videos no youtube de motofilmadores e os proprios ao realizar alterações de escape, filtro e velas só conseguem chegar até os 68cv no dinamômetro. Pra ter os 77cv só com rapidbike.

  7. Caro Roberto

    Tinha uma CB 300r que vendi recentemente. To apaixonado pela XJ6 e estou pensando em comprar uma, mas fico nervoso quando penso na diferença de desempenho da CB para uma 600cc. Alguma dica vc pode me dá para facilitar a adaptação? é muito difícil de domá-la? qual a diferença na ciclística das duas? e a diferença do consumo e manutenção?

    Obrigado

    James Sousa

  8. olá amigo, tenho duvidas tive sabendo que a xj6 é ruim em curvas ela fica leve(em alta veloc.) não da aquela segurança sabe,então será que é isso mesmo? e a Hornet é melhor em curvas? falam por aí que a Hornet é ”xoxa” em baixa rotação mas em testes ela chega a 3.1s de 0 a 100k e a xj6 chega a 3.6 de 0 a 100k sendo que a xj6 é melhor em baixa como chega antes???(nos 0 a 100k)

    • Olá Andre,

      olha, para retomadas, prefiro a Hornet, e não a acho xoxa em baixa velocidade. Você mesmo colocou que a Hornet vai de 0-100 em 3.1, o que é muito bom.

      Fiquei 1 semana com a XJ6 e gostei da ciclistica dela, bem obediente, não sei que disse que ela é ruim de curvas, mas a minha experiência foi positiva.

      Abraço,

      Roberto Severo

  9. Caro Roberto, primeiramente Parabéns pelo texto.

    Sempre tive motos trail ou custom, estou 10 anos afastados e iria partir para custom, com meus 43 anos, porém acho que ainda da pra queimar um pouco mais de energia. Gostaria de saber se este estilo de moto caberia bem em um piloto de 90 kg com 1m86, pois sempre tive a impressão que essas motos foram feitas para baixos…

    abs

    • Aloreto,

      muito grato pelo comentário,

      tenho 44 anos, 90kg, e 1,88 de altura, e sinceramente me “encaixei” bem na moto. A sua estatura não devera ser diferente.

      Grande abraço,

      Roberto Severo

  10. Roberto Severo, gostei da matéria e especialmente da “cutucada” na Yamaha-BR. Infelizmente acredito que seja mais fácil encontrar um político brasileiro honesto do que a Yamaha dar ouvidos aos seus clientes e até mesmo a seus revendedores. O único detalhe que discordo é comparar a XJ6 com a Hornet. Acredito que, levando em consideração potência, preço, tecnologia e materiais utilizados as reais concorrentes são a ER6 e a Bandit.

    • Oi Carolina,

      obrigado por comentar e contribuir, realmente me confunde uma empresa que tem um enorme mercado para evoluir aqui no Brasil, e fica com o freio de mão puxado. Concordo com a Bandit, é uma moto da mesma “casta” da XJ6. A ER-6n, a qual gosto muito também, não é tetracilindrica, por isso não coloquei. Veja, a idéia não era comparar preço. Somente coloquei a Hornet por que tem a mesma cilindrada mas uma arquitetura de motor/tecnologia que a deixa bem mais nervosa.

      Continue lendo, comentando e discordando quando achar que deve.

      Abraço,

      Roberto Severo

  11. Parabéns pela matéria! Estou louco para pegar uma moto 4 canecos….Mas me diz uma coisa, essa XJ6 branca que vocês usaram no teste, já é a 2013, correto? Não vi ainda aqui em SC nem no site da Yamaha. Grato.

  12. roberto, parabéns pela matéria !
    gostaria de tirar uma dúvida com vc, comprei a exatos 13 dias minha xj6n 0km, ela esta com exatos 692 Km, minha moto anterior era uma cb500. sou novato no mundo das 4 cilindros e estou curtindo muito a minha moto, mas tem algo q ta me deixando com a pulga atras da orelha, o funcionamento do motor e lisinho exceto entre os 6 a 7 mil giros onde percebesse uma vibração tanto na aceleração como na redução, ao passar dessa faixa de giro ou retornar ele fica liso novamente, essa vibração em uma determinada faixa de giro é normal ?
    vi alguns relatos parecidos em um tópico na comunidade do orkut, ouvi algumas opiniões mas nada muito concreto.
    ainda não conversei a respeito desse assunto com os mecânicos da concessionaria, mas os mesmos me parecem um pouco inexperientes com motos de média e alta cilindrada.
    como não tenho experiência com esses motores estou um pouco preocupado.
    desde já agradeço pela atenção,
    abraço !
    Anderson.

    • Olá Anderson

      o primeiro passo é entender se esta vibração é no motor mesmo. Tem certeza que os pneus estão calibrados corretamente? O motor tem que ser liso em todas as rotações (exceto na faixa vermelha, claro). Sugiro o seguinte: vá a uma concessionária e peça um test-ride, e compare com a moto nova. Aí você poderá comparar com a sua.

      Obrigado pelo comentário,

      Roberto Severo

    • Meu caro Anderson, seu problema não é normal… é realmente um problema! Tenho uma XJ6 já rodei 26.000Km e ela não tem esse problema, e digo por experiência própria pois tive uma Twister 250 que apresentava o mesmo problema e curiosamente na mesma faixa de rotação… levei nuns 3 mecânicos e gastei uma grana e ninguém resolveu… acabei repassando a moto. Pode cobrar da concessionária que te vendeu enquanto ela está na garantia…. mas jã vou prevenindo vai ser uma luta árdua pra conseguir consertar…. é um defeito muito estranho, mas não desista, ter uma XJ6 vale a pena! Vc só deu azar….

  13. Olá Roberto, ótimo teste, quero comprar um 600cc esse ano, estou em dúvida entre a XJ6n e a ER6n, recentemente li a reportagem de vcs sobre a ER6n que parece ótima por sinal, enfim, na opinião de vocês qual é a mais confortável (banco, posição de pilotagem, fácil de tocar) e melhor p/ uso diário? (cerca de 90km, sendo 70% estrada), cotei o seguro de ambas e no meu perfil o valor ficou parecido. abç

    • Ze Betio,

      obrigado pelo comentário, respondendo sua pergunta, achei a XJ6 mais confortável para pegar estradas no quesito postura e vibração. agora para uso diário a ER-6n ganha por uma cabeça de vantagem, é mais ágil e achei mais nervosa. como seu caso é 70% de estrada na utilização olharia com bons olhos para a tetracilíndrica.

      Abraco,

      Roberto Severo

  14. Parabéns pela matéria!

    De fato faltaram alguns itens básicos para quem não é solteiro… rsrs… GARUPA…
    Mas enfim…

    Quero saber de você: A diferença na cavalaria entre XJ6 e Hornet reflete especialmente em que? e em que grau?

    Pergunto pelo seguinte, não gostaria de, numa viagem, colocar a minha patroa na garupa e passar sufoco no momento de uma ultrapassagem, ou coisas do gênero… entende???

    Ja tive uma Tornado e sei o quanto é dificil baixa cilindrada com garupa e monocilindrico… rsrs

    Mais uma vez, Parabéns pelo capricho aos detalhes (video/foto/som)

    • Olá Marlon,

      Obrigado por comentar,

      Basicamente o que perde sem os 24 cavalos adicionais da Hornet é aceleração, a moto fica mais mansa (demora mais para acelerar), e velocidade final.

      Faz o seguinte, pegue a patroa vá na concessionária e pede um test-ride. Acho que é a melhor forma de não ter engano.

      Grande abraço,

      Roberto Severo

    • Olá meu caro Marlon, bom, devo te dizer que a garupa da XJ6 não deixa nada a desejar pras outras Nakeds… já fiz viagens de + de 600 Km com a patroa na garupa (grávida, mas ainda não sabíamos) e foram viagens bem tranquilas. Tb já fizemos pequenos percursos de 130km em 40 min (média acima de 170Km/h) bem perigoso e não recomendável (mas foi necessário naquele momento) e te garanto que ultrapassagens não ~e o problema com a XJ… vc pode passar qq coisa que esteja a até digamos 160Km/h com extrema facilidade…. enfim não é a melhor moto que existe pra longas viagens de casal (para isso existem as Custon) mas é uma Naked fantástica e dá pra curtir excelentes momentos com a patroa (desde que ela curta muita adrenalina tb) !!!

    • Olá Igor,

      sem me esquivar da pergunta, mas cada uma tem seu espaço, depende do que o piloto quer:

      peforrmance; pouca vibração/ruído: XJ6 N
      economia; agilidade: ER-6n

      A velocidade final de ambas é parecida.

      O design é questão de gosto.

      Abraço,

      Roberto Severo

  15. Boa matéria! Eu tenho uma CB300R 11/12, mas não tenho muita experiência com motos.Tenho muita vontade de ter uma motocicleta de 4 cilindros. Recomenda a XJ6 para alguém com o meu perfil?
    Abraços.

    • Dênisson,

      Obrigado pelo comentário, é uma moto diferente da CB300R, tem muito mais torque não só por causa de ter o dobro das cilindradas mas pela arquitetura do motor de quatro cilindros. também é mais “lisa”, trepida menos e o rugir do motor é mais constante. Fora isso, no trânsito o comportamento é bem parecido com a sua moto.

      Espero ter ajudado,

      Abraço,

      Roberto Severo

    • Ola Denisson… Meu nome é Jorge e trabalho em uma concessionaria YAMAHA já há algum tempo e me coloco a sua disposição para mais informações sobre essa moto fantástica que é a XJ6-N… Temos Grupos em andamento com média de lance em torno de 37%. Gostaria de poder ajuda-lo na realização desse sonho…
      Abraço

      Jorge Amorim

      e-mail: jorgepontobr@gmail.com

      • Caro vendedor Jorge, caso você tenha reuniões de trabalho com sua chefia, esponha o desapontamento dos motociclistas com a Yamaha, principalmente quanto a falta das XJs com freio ABS e a falta da FZ8. Quem sabe a Yamaha pára com essa letargia e comece a trzer produtos mais alinhados com o que tem nos EUA e Europa, ok?! Obrigado.

  16. Parabéns Roberto. Digo o mesmo que o Mauricio para seu texto e realmente um video comparativo iria ser fantástico. Senti falta da opiniao sobre uma possivel garupa… Abraço

    • Obrigado Tiago,

      como este foi o primeiro video do teste “cálice com água” vou providenciar outros nas próximas avaliações para ter parâmetro de comparação. Realmente não avaliei a performance da moto com garupa na temporada que fiquei com ela.

      Abraço,

      Roberto Severo

  17. Roberto,

    Mais uma vez, um excelente texto. Você conseguiu não nos deixar com aquele gosto de “Dejá vu”.
    De fato, dever ser muito difícil transmitir a nós leitores, em palavras, a emoção de escutar um motor tetra, mas isso você superou nos brindando como um áudio delicioso.
    Percebo que você realmente gosta de se superar e nos entregar o melhor.
    Aliás, a sua criatividade é nota 10. Excelente a sua idéia de fazer o teste do cálice com água.
    Contudo, fiquei um pouco sem parâmetros para o vídeo do cálice. Seria uma boa idéia adicionar um vídeo comparativo com o mesmo cálice numa moto com motor monocilíndrico de +/- 600cc? Acho que aí veríamos (literalmente) o quanto um motor tetracilíndrico não vibra.

    Parabéns pela reportagem.

    Nota: Eu sei como é desconfortável a sensação de formigamento nas mãos. Eu já tive uma moto monocilíndrica de 400cc. E, recentemente descobri que uma tetracilíndrica 600cc girando alto vibra tanto quanto a minha ex-400cc desligada.

    • Boas Maurício,

      É verdade, como foi o primeiro teste do “cálice” vou fazer disso um padrão para que tenhamos parâmetros de comparação o que foi pertinentemente dito por você. Por enquanto somente dá para ver que a XJ6 realmente vibra pouco, mas ainda não dá para comparar.

      Gostei da comparação com a 400cc desligada. 🙂 Tetra é suave mesmo.

      Grato pelas sugestões!

      Abração,

      Roberto Severo

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