Você quer ficar vivo? Quer proteger sua família?

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Então pressione o político que você ajudou a eleger.


Nos dois artigos anteriores, sintetizei a participação de Eric Howard e Pere Navarro no Fórum VOLVO-OHL para Segurança no Trânsito realizado em 15 de junho em Brasília.

Há quem afirme que as soluções, devemos encontrar aqui no nosso país, que de nada adianta ouvir estrangeiros, já que lá fora a realidade é outra. O que discordo veemente.

Não canso de mencionar a Espanha como um bom exemplo a ser seguido! Porque somos muito parecidos com aquele povo festeiro, que aprecia bebida, carros, motos e velocidade.

Enquanto a participação de Eric Howard nos levou a uma reflexão para a ética, para o que queremos para nós e nosso país.

Pere Navarro nos mostrou que não há necessidade de grandes mudanças, novas leis, novos projetos, mas, tão somente, colocar em prática aquilo que já existe, conscientizando a sociedade por meio de propagandas e aumentando a fiscalização com radares e efetivo policial de trânsito.

O Brasil tem um Código de Trânsito atual, com falhas que a hermenêutica tratou de corrigi-las ao longo do tempo.

Mas a hermenêutica não pode e não tem como resolver a questão da fiscalização.

Eu me posicionei contra a atual Lei Seca, porque faltou a lei anterior, exatamente o que surgiu com a nova lei: fiscalização.

Mas, como podemos ver todo o furor da nova lei (Lei Seca) já passou e o índice de acidentes por embriaguez já aumentou e pior, quando há fiscalização sob o esdrúxulo argumento de não produzir prova contra si mesmo, o cidadão sob a guarda do Poder Judiciário brasileiro se nega a fazer o teste de alcoolemia (bafômetro) e faz do agente de trânsito um verdadeiro palhaço de circo. (vide “A lei é para todos” – Veja Rio de 20/07/2011)

Não há rigor na lei, se não houver fiscalização.

Especialistas de Trânsito e a motocicleta

Encontro de gerações em Brasília: Roberto Scaringella, André Garcia, Paulo Gaudencio. Ambos surpresos com o meio de transporte utilizado por André entre São Paulo e a Capital Federal.

Algo que tem me deixado perplexo é como o tema motocicleta tem sido tratado com discriminação.

Na mesa redonda formada por Davi Duarte Lima, Nereide Tolentino e Roberto Scaringella para debater a experiência espanhola, a motocicleta foi tratada como vilã do trânsito brasileiro, como um problema.

Davi Duarte Lima chegou a culpar o veto do então Presidente Fernando Henrique Cardoso ao artigo 56 do CTB que proibia corredor.

Nereide Tolentino mostrou certo rancor e ódio pela motocicleta, até afirmando que não havia regulamentação para tal veículo no sistema jurídico brasileiro, para trafegar nas ruas do Brasil.

Scaringella mostrou soluções adotadas na cidade de São Paulo como a faixa da Av. Sumaré e a faixa cidadã da Av. Rebouças.

De toda forma, com todo respeito que tenho a cada um dos especialistas de trânsito, opinar sobre motocicleta, veículo que jamais utilizaram é como opinar sobre esqui. Alguém no Brasil utiliza esqui no inverno?

Ninguém é dono da verdade, necessária humildade para escutar quem pilota motocicleta. Temos grandes especialistas, como Geraldo Tite Simões (jornalista especializado em 2 rodas e instrutor há mais de 20 anos), Julyver Modesto de Araújo (Capitão da Polícia Militar, responsável pelo CPTRAN, Mestre em Direito Público pela PUC e Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Gestão e Direito do Trânsito do CEAT), dentre outros que utilizam motocicleta e poderiam colaborar com o tema.

Eric Howard afirma: motocicleta deve ser tratada como pedestre, dado sua vulnerabilidade.

Nosso Código de Trânsito Brasileiro elenca quem deve ter preferência no trânsito ou ser mais protegido: o pedestre tem preferência sobre todos os veículos, depois a bicicleta, a motocicleta, o carro e por fim ônibus e caminhões que não tem preferência alguma. Isso está sendo cumprido?

Enquanto em países como França, Itália e a própria Espanha proíbe a circulação de carros, ônibus e caminhões nos centros históricos e das capitais, o Brasil prefere a contramão, vide Páteo do Colégio em São Paulo e seus prédios históricos, onde motocicleta não tem vez!

Muito se falou em vontade política para se resolver os problemas de trânsito no Brasil.

Sinceramente, não acredito que o Brasil consiga cumprir o determinado pela ONU, mesmo porque tudo esta voltado para Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016, onde verdadeiramente os corruptos engordarão seus bolsos.

Sugestões para melhorar o trânsito com motocicleta e aumentar a segurança.

Por pilotar motocicleta todos os dias, faça chuva ou faça sol, estudar trânsito nos últimos cinco anos, especialmente no último ano com o curso de especialização em trânsito, que concluo em setembro, onde pude trocar grandes experiências com quem trabalha em campo, todos os dias, organizando e fiscalizando o trânsito, sugiro:

1) equipamento obrigatório para se pilotar motocicleta (regulamentação do inciso III do artigo 54, do CTB) com calça com proteção, botas ou calçado que proteja acima do tornozelo, jaqueta com proteção e luvas;

Equipamento mínimo: calça jeans com proteção, jaqueta para verão com proteção, luvas, capacete e bota. O chão é igual para todos com pequena ou alta cilindrada.

2) divisão da habilitação por cilindrada: A1 até 150cc, A2 de 151cc a 250cc, A3 de 251cc até 500cc, A4 de 501cc até 600cc, A5 de 601cc até 750cc, A6 de 751 cc até 1800cc exceto para esportivas, A7  esportivas a partir de 600cc;

3) mudar avaliação para concessão de CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categoria A, onde o aluno terá que demonstrar total domínio e aptidão com a motocicleta em exercícios como slalon curto ou triangular para controlar a motocicleta em baixa velocidade, slalon longo para prática de contra-esterço, frenagem, curvas,  posicionamento na motocicleta. Para então, sair à rua em meio ao trânsito para exercícios antes de se obter a licença;

Aula prática no CETH da Honda em Indaiatuba

4) alterar avaliação para todas as categorias da CNH, onde o aluno terá aulas com scooter para entender a dinâmica do veículo duas rodas e aprender que enquanto a estabilidade de um carro é estática, a da motocicleta é dinâmica. E assim, liberar a categoria B para se pilotar scooter até 300cc (como acontece em países europeus);

5) tornar obrigatório o estudo de trânsito desde a pré-escola;

Educação de Trânsito deve começar cedo

6) fiscalização dos corredores com radares com tecnologia por ultrassom. Radar que pode ser instalado no retrovisor esquerdo de um veículo de fiscalização e que mesmo em movimento detecta a velocidade da motocicleta que trafega no corredor;

7) proibir películas que escureçam o vidro dos veículos, afinal segurança é obrigação do Estado;

8) tornar mais severa a multa, inclusive com suspensão em caso de reincidência, para quem falar ao celular e mudar de faixa sem sinalizar ou onde há faixa contínua;

9) faixas de retenção para motocicleta, instaladas antes das faixas de pedestres. As motocicletas trafegando pelo corredor, e por serem mais ágeis que outros veículos, durante o semáforo vermelho, ganhariam mais proteção em relação aos outros veículos maiores e mais pesados;

Faixa adotada em Barcelona na Espanha. Na foto, durante campanha educativa

10) substituir cruzamentos por rotatórias com velocidade controlada;

11) substituição das faixas de sinalização escorregadias para aderentes em todas as vias de trânsito;

12) redes de proteção em viadutos;

13) substituição dos guard-rails nas rodovias e estradas;

14) freio ABS em todas as motocicletas, ciclomotores e scooter´s independentemente da cilindrada;

15) transformação do DENATRAN em autarquia federal para se tornar independente político, financeiro e administrativamente;

16) em São Paulo tornar o CET independente financeira e administrativamente;

17) em São Paulo tudo que for arrecadado com multa de trânsito ser destinado 90% a CET e 10% ao Hospital das Clínicas, já que este é a principal entidade de saúde que acolhe os acidentados na Capital;

18) apesar de previsto no CTB, tudo que for arrecadado com multas de trânsito ser obrigatoriamente destinado ao trânsito e educação de trânsito sob pena do dirigente político ser cassado e se tornar inelegível por 20 anos;

19) toda arrecadação do DPVAT ser destinado ao SUS, já que o acidentado é atendido pelo SAMU ou Corpo de Bombeiros e depois passa por cirurgia pelo hospital público (SUS), vide minha matéria escrita em 2009 – DPVAT: Cidadão e Estado sendo lesados;

20) Triplicar o efetivo dos agentes de trânsito e de radar, obviamente, radar sem sinalização e suspensão do direito de dirigir para quem se negar a fazer o teste de alcoolemia.

Longe de ser dono da verdade, acredito que tais medidas diminuiria as mortes que já ultrapassam os 38 mil por ano no Brasil e diminuiria o impacto aos cofres públicos.

Por fim, defendo ainda, a utilização de propagandas como na Espanha, já que com adulto a melhor pedagogia é o trauma.

8 COMENTÁRIOS

  1. Pra quem anda de carro numa cidade com alta incidência solar a película(não tão escura) chega a ser uma questão de saúde, mas as escuras realmente deixam o veículo incapaz de ser conduzido com segurança numa situação de chuva à noite.

  2. Será que o cinto vem com o carro? Acho que não ein. Certamente tem seu custo dentro do preço total do carro, mesmo que seja algo mínimo perto das demais peças do carro.

    Então é preciso criar essa lei da obrigatoriedade das vestimentas de proteção para moto, porque assim as pessoas vão começar a ver que o preço das roupas de proteção “vem” com a moto.

    Com a lei, antes de comprar a moto o cara já vai saber que o preço das roupas estará incluso no preço final da moto.

    Lógico que a melhor solução será criar uma lei que comece a valer daqui a alguns anos, dando assim o tempo necessário para as pessoas se adequarem, e juntarem o dinheiro para comprar os equipamentos. Não pode ser para amanhã, cria-se a lei agora para começar a valer futuramente.

  3. Chegamos a um consenso…

    …e acredito muito que é sempre isso, “um consenso”, que deve ter como resultado toda discussão que tenha pontos de vista opostos ou pequenas diferenças.

    Só um detalhe, também não acho normal andar sem proteção, não dispenso a minha todas as vezes que saio para andar de moto e quando vejo alguém andando de moto sem proteção, me ponho a pensar nos ralados.

    Sei que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Neste caso, eu quis apenas apontar que, para se chegar ao outro lado da ponte é preciso iniciar por um dos lados e não pelo meio. E, para isso, existem outros pontos importantes que precisam e devem ser abordados e lapidados neste país antes de certas exigências. Acredito até mesmo que andem juntos.

    Você está, não somente certo, mas coberto de razão quando diz que motociclismo é apaixonante e que bem protegido você tem maior segurança.

    Entendo quando você diz enxergar a obrigatoriedade da proteção como avanço, eu também acredito nisso mas, é preciso ainda alguns passos a mais para chegarmos até lá.

    Um exemplo é o carro, que antes para dirigi-lo “não era obrigatório” o uso do cinto de segurança (multado severamente por assim dizer) mas, que passou a ser item de cumprimento da lei e obrigação. Hoje “ninguém” anda sem estar com o cinto de segurança propriamente afivelado e eu posso dizer que até me sinto jogado dentro do carro se fico um pouco que seja sem o cinto de segurança. A única diferença entre essa questão e o que estamos abordando é que o cinto de segurança já vem com o carro.

    “Como é bom não sentir-se totalmente certo e nem totalmente errado e sim saber que o que faltava era entender o outro lado”

  4. ok, o Brasil é um país pobre infelizmente. Mas acho que isso não serve para justificar a não criação de leis de segurança. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

    para você é normal não se proteger enquanto anda de moto. Já para mim, quando vejo alguém andando sem proteção, fico pensando no quanto o cara vai se ralar se cair da moto. São duas visões diferentes para a mesma situação. Eu respeito e entendo seu ponto de vista.

    vc falou de leis, e sobre as roupas, acho que em nenhum lugar do mundo existe esse tipo de regulamentação ainda, essa obrigatoriedade dessa proteção. Isso te leva a achar um absurdo que justo aqui no Brasil seja feita essa exigência. Entendo isso.

    mas ao contrário de ver isso como uma imposição, eu vejo isso como um avanço. Acho que em todos os países deveria ser criada essa lei sobre botas, luvas, calças e jaquetas com proteção.

    não é porque ontem as coisas eram de um jeito, que hoje não podemos repensar conceitos.

    motociclismo é apaixonante, e ao longo do tempo fomos aprendendo que com um pouco mais de proteção, essa prazer de andar de moto pode ser mais seguro, e ainda assim continuar divertido.

    acho que não dá para deixar de criar uma lei que seria um avanço em termos de segurança, e uma realidade necessária no trânsito de hoje, usando como desculpa a pobreza de nosso país.

    infelizmente o país é pobre, mas como eu disse, um assunto é proteção e segurança, e outro é pobreza.

  5. Então “queridinho”! Não estou dizendo que ninguém deva andar de chinelo e regata ou que isso deva ser a coisa mais certa a se fazer dando como justificativa que estamos aqui em Santa Cruz Cabrália.

    Mas sim que, neste caso, é você ter condições de dar uns trocados em roupas importadas que não valem o preço que cobram e por isso achar que você não precisa se preocupar com aqueles que não podem ter.

    Você, em algum momento da sua vida, já deve ter exigido seus direitos e pedido por democracia mas, pelo seu depoimento um pouco egoísta, você não demosntra isso.

    Se você é esperto como parece ser, você deve saber que em 23 de março de 2011 o Contran publicou a Resolução 372, que regulamenta novas medidas para as placas de motos (maiores) e a troca gradativa de todas as placas de automóveis para refletivas. Sabe para que serve isso? ARRECADAÇÃO meu amigo! E você acha que vai para sua perna quebrada quando você cair da sua moto importada quando sua roupa chique de couro não aguentar a porrada? NÃO…Não vai! e muito menos para o cidadão de regata e chinelo.

    Na França essa medida de aumento das placas, cobrança de estacionamento para motocicletas e obrigatoriedade de uso de colete refletivo (verde fluorescente) não permitindo o uso de vestimenta própria para uso da motocileta por baixo, dentre outras, estavam sendo discutidas pelo governo para então serem implementadas. Sabe o que os Franceses fizeram? Paralisaram vários pontos de grande circulação, históricos, estradas e o centro da cidade em protesto. Havia todo tipo de gente e todo tipo de moto, desde scooters, motos de baixa CC até as super nakeds e esportivas. Mas, sabe o que é igual é diferente ao mesmo tempo em tudo isso? TODOS ESTAVAM JUNTOS! Não olham para a moto do vizinho com desdém mas, sim para o impacto que certas medidas causam em um orçamento mensal e para as loucas e mirabolantes invenções de governos que pensam somente em ARRECADAR.

    Você pelo jeito, e pelo seu tom, pois não posso dizer quem você realmente é, com certeza não dividiria, em um protesto, espaço com alguém de CG 125cc usando chinelo e regata. Mesmo que você tivesse uma CG 125cc.

    E sabe porque?

    Simplesmente pelo fato de você não tolerar isso.

    E, já que você pode usar uma roupinha enfeitada, porque então se importar com quem não pode ter e ainda por cima se misturar no meio da diversidade para reclamar algo que você pode pagar?

    Você é o mesmo tipo hipócrita que sempre se coloca no lugar do Sr. perfeitinho, mas que, estaciona em vaga de idosos ou deficientes quando ninguém está vendo, afinal de contas você só está fazendo isso porque o que vai fazer é rapidinho.

    Faz conversão proibida, porque 500mts para fazer o retorno é muita coisa.

    Faz ultrapassagem em faixa contínua e acha que o cara que está mais lento a sua frente é quem está errado.

    Mas, quando você for o impactado por qualquer uma dessas situações, de centenas, você vai gritar do alto de seu intelecto por justiça, cumprimento da lei ou pelo exercício da democracia que é a igualdade de todos perante a lei, perante aos outros e ao estado e governo.

    No seu caso, se o cidadão tiver que ir a pé ou de busão não tem problema; afinal de contas você tem seu carro ou moto, então porque se preocupar com quem não tem? Afinal de contas você não deve saber o que é andar a pé ou de busão e se um dia fez isso, com certeza esqueceu.

    “Esse país é um piscina que nunca para de encher e já está transbordando a anos.
    Mas, sabe o que enche ela no lugar de água? – HIPÓCRITAS!”

  6. se o governo paga o tratamento dos acidentados, ele tem o direito de ser mais rigoroso na cobrança de equipamentos de segurança. Não dá para ver motoqueiro rodando de chinelo e regata mais não!

    tá caro o equipamento? Lamento queridão, vai ter que ir à pé ou de busão.

    com a regulamentação da obrigatoriedade, aparecerão equipamentos mais baratos. Poderão ter qualidade inferior, mas ainda assim será melhor do que a dobradinha chinelo/regata. Fora o impacto psicologico que essa medida terá, com o cidadão percebendo que tem que se preocupar mais com sua segurança.

  7. Bom dia!

    Por favor, porque então, não utilizar-se de tanto tempo mal gasto, no apoio e/ou incentivo de carros que andem em trilhos totalmente interligados por redes de comoputadores e abolir a existência das motos?

    – Alguém divide CNH de carro em categorias?

    – O Sr. André Garcia nunca, afirmadamente, em hipótese nenhuma acelerou sua FZ6 no mímimo 10% acima da máxima estacelecida em via de trânsito?

    – Das citações acima, sem desmerecer o trabalho e esforço de ninguém, posso dizer que de tudo, o que realmente serve de alguma coisa, não se enche uma mão.

    A velocidade, “controlada”, ou o pouco que se esteja acima dela não é a causa do acidente de ninguém, mas sim a falta de educação e consciência que muitos não têm e infelizmente nem nos melhores países do mundo é 100% consciente ou conscientizado.

    *Equipamento obrigatório para se pilotar motocicleta? Onde você vive?

    Você está em um país que o $$$ mínimo não te dá condições de nada, mas, ainda assim o governo dá incentivos para a compra de um carro ou uma motocicleta. Agora vem cá, entra em uma loja e pergunta quanto custa uma jaqueta de cordura razoável. Não devemos tomar nem um outro país, em determinados exemplos, como base para nossas leis e afins. Mas nos EUA, em alguns estados, é permitido andar até mesmo sem capacete, “EU NÃO” concordo com essa prática em absoluto. Mas, querer fazer o céu brilhar mais que estrela também não dá. Antes de querer que alguém seja obrigado a usar todos os itens citados acima, vá atrás de impostos e produtos mais próximos da realidade do povo brasileiro e de quem anda de 125cc.

    *Dvisão de categorias?

    o Sr. deixaria sua FZ6 na garagem por quantos anos fossem necessários para conquistar a sua tão sonhada CNH A4/A5?. Porque se é necessário seguirmos a lei a risca, se isso fosse implementado,tanto você quanto eu, que temos uma FZ6 e uma B1250 respectivamente, estaríamos contrários a ela, já que pilotamos motos das quais não somo habilitados. Do mais, não há necessidade de qualquer citação.

    CNH Cet. B para scooter – Joinha para você!

    Obrigatório trânsito na pré-escola – Joinha para você!

    Fiscalização dos corredores???? WTF?!? No joinha!!

    Faixa de retenção – Ok!

    Cruzamentos por rotatórias – Ok!

    Guard-rails – Ok!

    Faixas aderentes – Ok!

    Agora de resto, me desculpe mas, não é nem preciso rever, pois não existe.

    Haggen – Não sou “a”DE”vogado” nem espertão! – Sou somente um motociclista que está de saco cheio de tantas idéias incríveis para solucionar um problema chamado – SER HUMANO!

  8. O Engº Roberto Salvador Scaringella é um estudioso do trânsito, técnico de altíssimo nível em matéria de planejamento e segurança de trânsito.
    Como tal, sempre esteve atento à circulação de autos em geral em âmbito urbano e em rodovias. A circulação de motos é vista por ele com muita atenção e preocupação, face às estatísticas de mortos e feridos na cidade de São Paulo.
    As faixas segregadas são iniciativas dele e resultaram em diminuição de acidentes com motos, inobstante a fiscalização não seja a ideal.
    Conheço esse engenheiro desde 1968, quando estivemos juntos na Companhia do Metrô e ele iniciou o planejamento técnico do sistema viário e dos desvios de trânsito necessários às obras do METRÔ.
    O Engenheiro Scaringella é um profissional sério e muito responsável, como pude constatar novamente juntos em período mais recente na CET.
    Por último, concordo 100% com o ANDRÉ GARCIA.
    Paulo Afonso de Castro – advogado.

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