Vídeo-teste: Honda Shadow 750 C-ABS 2011

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Quem acha que a grande diferença entre a Shadow 2011 e o modelo anterior está no visual, pode ter uma grande surpresa quando pilotar a nova moto. É só assim, rodando, que sentimos como a custom da Honda mudou para melhor.


por Gabriel Berardi fotos Motore Produtora/Renato Durães

A Shadow 750 chegou ao nosso mercado no final de 2005 com uma dura missão, substituir a antiga versão de 600 cm³, modelo que fez muito sucesso desde seu lançamento, em 1997. Se, na época, a nova motorização, a transmissão por cardã (a VT 600 ainda usava corrente) e as suspensões mais suaves representavam uma evolução técnica e mecânica indiscutível, por outro lado, a nova identidade visual ficou longe de ser uma unanimidade. A Shadow 2006 abandonava o estilo chopper e adotava um visual clássico, com grandes para-lamas, guidão largo, roda dianteira de 17” com um largo pneu e uma dupla de amortecedores atrás, abandonando o aspecto “rabo-duro” da antiga 600. A mudança foi radical demais e mexeu com algo muito importante para o consumidor dessa categoria: a estética.

Shadow 2011. Mais bonita? Talvez. Melhor? Com certeza

Ainda que não agradasse tanto aos olhos, a Shadow era boa de pilotar e, assim, rapidamente retomou o posto de custom mais vendida, posição que havia perdido para a Yamaha Drag Star 650. Em 2008, a VT 750 ganhou injeção eletrônica, e, assim, distanciou-se ainda mais da concorrência… mas por pouco tempo. Se a Suzuki Boulevard 800 já se destacava pelo design arrojado e a 883R cativava pelo lendário Harley-Davidson no tanque, a chegada da imponente Yamaha Midnight Star 950 no segundo semestre de 2009 acendeu de uma vez por todas a luz de alerta na Honda. No ano seguinte ainda chegou a Kawasaki, exigindo sua fatia no bolo e colocando nas concessionárias três diferentes versões de sua Vulcan. Era hora de a líder agir. O que ela fez? Voltou às origens e, seis anos depois, retornou ao estilo que caracterizava a antiga “seiscentas”.

Novidade no Brasil, o estilo da “nossa” Shadow 2011 já tem alguns anos de vida na Europa e nos Estados Unidos. Ela nada mais é que a versão Spirit, que chegou às ruas em novembro de 2006. Porque tivemos de esperar tanto tempo para tê-la aqui? Também não sei. Mas afinal, o que muda na moto 2011 em relação à Shadow anterior? Bem, ainda que todas as alterações visem inserir a Shadow dentro da proposta chopper, enquanto algumas mudanças são apenas estéticas e não alteraram em nada o comportamento da moto, outras novidades impuseram uma radical, surpreendente e positiva mudança na dirigibilidade da motocicleta.

A roda dianteira de 21" mudou radicalmente o comportamento da moto

As bengalas e os amortecedores traseiros são os mesmos, apenas perderam a capa cromada que estava presente até 2010. O painel recebeu novos grafismos e uma nova moldura com cantos arredondados e que se prolonga mais em direção ao assento. Além de ganhar um relógio digital e a luz que indica falhas no ABS, o painel também acomoda agora a luz espia do pisca, que saiu da mesa superior. Apesar de estar sobre o tanque, não precisamos desviar muito o olhar da estrada para visualizar o conjunto, e pilotando à noite, a iluminação amarela é bonita e não cansa. Pena que a Honda não aproveitou a mudança para incluir no painel o útil marcador de combustível. Os retrovisores agora são retangulares, e apesar de estarem 10 cm mais próximos um do outro, ainda cumprem bem a sua função.

Para acompanhar a mudança de estilo da moto, o assento teve de ser completamente reformulado e acabou sobrando para o garupa pagar a conta. Se mesmo menor nas dimensões (está 5 centímetros mais estreito), o banco do piloto mostrou-se mais confortável que o anterior graças ao formato mais anatômico, o bem-estar do passageiro foi totalmente sacrificado em prol da harmonia estética. Agora, o coitado do teu acompanhante terá que dar um jeito de acomodar a bunda em um minúsculo pedaço de espuma. Para piorar, a distância entre o assento e as pedaleiras é muito pequena, o que obriga o passageiro a andar com as pernas e as costas muito dobradas e sem pontos onde se segurar. É o preço que se paga pelo estilo.

Vista por trás, está muito mais esportiva. O banco do garupa encolheu

Já que estamos falando de estética, vale dizer que, no geral, o acabamento da Shadow é muito bom. Há várias peças cromadas de plástico espalhadas pelo motor e painel, mas como o material utilizado e a pintura são bons, não comprometem em absoluto a sensação de qualidade. Como comentamos no teste da Vulcan, a chave de ignição na lateral do motor tem o seu charme, mas está longe de ser a solução mais prática. Especialmente porque, desta forma, a trava de guidão vai parar no canote, o que é uma solução antiquada e até perigosa se esquecermos de destravar a moto antes de sair.

As pedaleiras do garupa, muito simples e feias, poderiam ter um acabamento mais refinado (como eram as da antiga Shadow 600, por exemplo). O farol mudou apenas externamente e, apesar de pequeno, segue iluminando muito bem. Ainda que inalterados em relação a 2010, o chassi e as suspensões foram os maiores beneficiados com as mudanças no trem dianteiro. Quando comparamos as respostas da nova Shadow com a versão anterior, fica claro que a ciclística da moto “casou” muito melhor com esta configuração chopper, tanto na estrada quanto na cidade. A adoção de uma roda de 21” na frente (com pneu 90/90-21) e as alterações na geometria e distância entre eixos que isso acarretou, mudaram as reações da Shadow da água para o vinho.

Além de incrementar (e muito) a estabilidade direcional nas retas, a falta de rigidez na dianteira que sentíamos em algumas curvas deu lugar a um comportamento muito mais neutro e sólido. O novo guidão — apoiado em suportes mais longos — além de ajudar a alcançar às boas sensações descritas acima, conferiu à Shadow 2011 uma aptidão para circular na cidade quase que inimaginável para outras motos da categoria.

Mudanças sutis no painel... e drásticas no guidão

Depois de alguns dias rodando no caótico trânsito paulistano, surpreendente é o mínimo que podemos dizer desta moto. O novo guidão é quase 10 cm mais estreito que o anterior, o que trouxe um incremento gigantesco em agilidade sem sacrificar em absoluto a dirigibilidade da moto. É possível rodar por ruas e avenidas movimentadas com incrível desenvoltura e, mesmo em horários de pico, raramente ficamos presos em engarrafamentos.

Trafegando pelos famosos corredores, são poucos os momentos em que sentimos necessidade de dar passagem a motos menores porque chegamos a um ponto em que elas passam e a Shadow não. Você acha que estou exagerando? Veja no vídeo da matéria (4´04´´) e tire as suas conclusões. Definitivamente, a nova Shadow é a melhor opção da categoria para quem não abre mão de rodar no habitat urbano. Talvez, a compacta Harley-Davidson Sportster 883 seja a única que possa desafiá-la nesse sentido.

O peso bastante inferior ao das rivais (a seco, a Shadow standard é 30 kg mais leve que a Midnight e 50 kg mais leve que a Vulcan) se traduz em uma maneabilidade muito superior em manobras de estacionamento ou a baixa velocidade. O banco do piloto, a apenas 65 cm do chão, também facilita nossa vida quando temos de manobrar a moto. Apesar de esterçar bem, não podemos esquecer que a moto é longa, e isso acaba sendo o seu maior “contra” no trânsito urbano. Na cidade, o V2 entrega torque de sobra desde baixas rotações, proporcionando um desempenho mais que suficiente para qualquer condição.

Vale lembrar que, de certa forma, o peso mais baixo compensa o motor mais “fraco” da categoria, fazendo com que a relação peso/potência da Shadow não seja muito distante daquela obtida pelas concorrentes com motores maiores. Independentemente da rotação, basta girar um pouco o acelerador para a moto imediatamente empurrar para a frente — sem trancos mas com muita decisão —, o que é muito útil para escapar daquelas situações em que, prestes a tomar uma fechada, o melhor é acelerar.

A dirigibilidade melhorou muito, especialmente em curvas rápidas

Se em relação ao modelo anterior o ganho em agilidade e comportamento dinâmico foi a grande novidade da Shadow 2011, não há dúvidas de que, mecanicamente, o motor segue sendo o grande destaque da Shadow. O V-Twin de 750 cm³ continua sendo um exemplo de como é possível conciliar baixas vibrações e um funcionamento uniforme sem que isso signifique “isolar” o piloto das sensações que tanto apreciamos. Todos nós gostamos de sentir a pulsação dos pistões trabalhando e de ouvir um ronco imponente saindo do escape, contudo, não queremos aspereza ou ruídos mecânicos… e é exatamente isso que a moto oferece.

Segundo os engenheiros da marca, o grande segredo para conseguir essa suavidade de funcionamento é o ângulo de 52° entre os cilindros, mas é claro que há inúmeros outros detalhes que, em maior ou menor grau, colaboram para isso como as duas velas por cilindro, o cabeçote de três válvulas e o arrefecimento líquido. Se eu tivesse de fazer uma lista das características que mais me proporcionam prazer ao pilotar a Shadow, ainda que a maneabilidade desse modelo 2011 tenha ganhado muitas posições, sem dúvida o motor estaria em primeiro lugar na lista.

Apesar do funcionamento agradável, andando em autoestradas sentimos que o motor 750 já ficou pequeno perante os concorrentes. Não que ele seja fraco ou comprometa a sua viagem, longe disso, mas quando comparado especialmente ao de 900 cm³ da Kawasaki Vulcan e ao de 950 cm³ da Yamaha Midnight Star, o propulsor Honda não mostra o mesmo ímpeto nas retomadas e exige uma rotação mais elevada para manter a mesma velocidade que as concorrentes. Em contrapartida, se nas largas e rápidas rodovias a Shadow fica um pouco para trás em relação às demais custom japonesas, na cidade, ela abre muita vantagem para as rivais.

A posição de pilotagem e a ergonomia agradam

Fazendo dupla com um motor de tantas qualidades, encontramos um câmbio que segue o padrão da marca, isto é, engates macios, precisos e uma alavanca com curso adequado. A embreagem não incomodou em nenhum momento, nem mesmo naqueles engarrafamentos que exigem seu constante manuseio. A única coisa que, em nossa opinião, poderia deixar a moto ainda melhor nesse quesito é uma 2ª marcha um pouco mais longa.

Nas trocas ascendentes não sentimos qualquer problema, uma vez que, quando a rotação cai na troca de 2ª para 3ª marcha, o abundante torque disponível enche o motor com facilidade. Já nas reduções de 3ª para 2ª, a rotação sobe mais que o ideal. Em algumas situações no trânsito, temos a sensação de que andar em terceira é muito e segunda é pouco. Curioso, já que o câmbio da Shadow 2011 não mudou em relação ao modelo anterior e nós não sentimos isso no modelo 2010 que usamos nas fotos e vídeo deste teste. A transmissão secundária por eixo cardã é garantia de robustez, confiabilidade e baixa manutenção.

O V2 e o cardã funcionam bem, já a suspensão traseira...

Se você estiver curtindo a Shadow em uma estrada e, de repente, você precisar recorrer aos freios com força em plena curva para não atropelar um jegue abandonado, não se preocupe porque esse é um dos pontos fortes da Shadow… pelo menos nesta versão com C-ABS. O funcionamento do sistema é exemplar e proporciona ao piloto uma sensação ímpar de segurança, especialmente quando trafegamos em pistas molhadas.

Particularmente, apesar de ser fã número 1 do ABS, nunca gostei muito do sistema combinado que aciona também o freio dianteiro quando piso no pedal de freio — apesar de reconhecer sua utilidade e eficiência em um país em que as moto-escolas ensinam a não usar o freio dianteiro. Em minha opinião, o C-ABS instalado em motos como CB/XRE 300, tira um pouco da agilidade naquelas manobras no trânsito em que usamos o freio traseiro para equilibrar a moto (um efeito colateral ínfimo perto dos benefícios que o sistema traz, mas fazer o quê, eu sou chato), contudo, não senti essa interferência na Shadow.

Com um centro de gravidade (ou centro de massa) bastante baixo, a ação do freio dianteiro nas manobras não interfere no equilíbrio da Shadow e a moto acaba obedecendo a nossos comandos como se o C-ABS não existisse. Uma das grandes novidades do modelo 2011, é um equipamento que justifica, com sobras, seu preço. Além disso, no caso da Shadow, ao pagar por esse opcional, você leva para casa uma moto não só mais segura como também mais bonita. O disco na traseira muda totalmente a cara da moto e é algo que a Honda deveria colocar (mesmo sem ABS) também na versão standard, abolindo de vez o arcaico tambor.

Sem plataformas, podemos deitar mais nas curvas. O disco traseiro deveria ser de série

A posição de pilotagem é outro ponto onde a Shadow evoluiu nesta versão 2011. Para acompanhar a mudança de estilo, as pedaleiras perderam as plataformas, o que, para mim, significou uma sensível melhora na posição de pilotar já que, agora, podemos colocar os pés um pouco mais à frente e não precisamos andar com as pernas tão dobradas. O guidão bem posicionado e o assento mais anatômico, como comentamos lá no começo, também agradam. Por sua vez, o pedal de câmbio perdeu o acionamento duplo — do qual também não sentimos nenhuma falta — o que pode não agradar quem quer chegar com seu sapato italiano brilhando ao trabalho já que não é mais possível trocar as marchas com o calcanhar.

Uma vantagem indiscutível das novas pedaleiras é que agora podemos inclinar mais a moto nas curvas antes que elas raspem no asfalto, o que significa mais segurança. Apesar disso, não podemos esquecer que a Shadow é baixa (vazia, são 130 mm de altura livre ao solo) e que ela pode raspar em valetas e lombadas mais altas se você estiver com alguém na garupa. Apesar da plástica e da rejuvenescida que deu, no aspecto suspensões a Shadow não consegue esconder as rugas da idade.

Com certeza é neste quesito que ela mais perde em relação às rivais e, mais do que isso, é talvez o único ponto que pode decepcionar algum futuro cliente que não teve a chance de andar com a moto antes. As bengalas dianteiras até dão conta do recado e parecem funcionar melhor com o aro dianteiro de 21”, entretanto, o duplo amortecedor traseiro deixa a desejar em conforto e não oferece a progressividade que encontramos nas rivais monoamortecidas, especialmente na Vulcan e Midnight Star, bastante superiores nesse sentido.

Com apenas 90 mm de curso (o menor da categoria), não tem jeito; a calibragem de molas e amortecedores traseiros tem de ser firme (leia-se dura) para evitar ao máximo as indesejáveis pancadas que acusam fim de curso. Com uma suspensão traseira rígida e sem poder apoiar nosso peso nas pedaleiras, sobra para a nossa bunda e coluna a responsabilidade de absorver parte das irregularidades e ondulações do asfalto.

Boa na estrada e ótima na cidade, mas para apenas uma pessoa

Como bonito e feio são coisas totalmente subjetivas, sabemos que a mudança estética pode ter agradado a alguns e decepcionado a outros, contudo, a evolução dinâmica desta nova Shadow se sobrepõe a qualquer questão visual. Para quem sente prazer ao pilotar e aprecia a atmosfera diferenciada que envolve o universo custom, no final, a mudança de um estilo clássico para um chopper será a menor das diferenças entre a Shadow 2011 e as versões anteriores.

Como dissemos no vídeo, quem procura um modelo desta categoria para ter como única moto poderá encontrar na Shadow 2011 uma interessantíssima opção. Comparando-a as rivais, a vantagem que ela abre em uma utilização urbana é muito maior que a sua desvantagem na estrada. Se você roda muito com alguém na garupa, recomendo que, no mínimo, leve o companheiro para dar uma boa volta antes de fechar negócio. Agindo assim, quando surgirem as primeiras reclamações “pós-primeira viagem” (que certamente virão), pelo menos você vai poder falar: “Eu avisei, agora é tarde!” .

Se esta nova versão for um sucesso estrondoso de vendas, pelo que apuramos com a marca não está descartada a possibilidade da versão “Classic” voltar à linha de produção. Sinceramente, considerando o preço da Shadow e o de suas concorrentes, seria surpreendente que isso acontecesse já que, ainda que tenha ficado muito mais competitiva, a custom da Honda enfrenta a concorrência de modelos com o mesmo padrão de qualidade… só que mais modernos, mais potentes e, em alguns casos, mais baratos.

Gabriel Berardi utilizou calça (Confort) e jaqueta (Summer Shock) da HLX Racing e capacete (RR800) da SBK

19 COMENTÁRIOS

  1. Chegou a hora de trocar os pneus , pergunto ; onde eu encontro os pneus para repor ? simplesmente não existem no mercado .dianteiro 90-90/21 e traseiro 160-80/15 . consegui colocar um maior na traseira 180-80 /15 o dianteiro só encontro de moto cross.

  2. Tenho uma shadow 2014 e a única coisa que não gostei nela foi o guidão, inclusive comprei o da 2010 original na honda e já troquei, ficou excelente.

  3. SEM FALAR QUE O TANQUE DA MOTO É RIDICULO POR ACABAR QUADRADO PROXIMO DO MBANCO DO PILOTO, OLHANDO DE CIMA A MOTO É MUITO FEIA , EMBORA TENHO UMA , SOMENTE POR OPÇÃO DE VALOR , HONDA POR FAVOR TANQUE GOTA NA MOTO TERÁ UM MELHOR DESIGNER, ABRAÇOS

  4. Tenho shadow 2009 injetada, é uma moto dificilima de pilotar nas curvas, se vc ainda não caiu, prepare-se um dia tombará. So faz curva na base da porrada

  5. Gostei muito da reportagem e matéria… gostaria de saber uma coisa: Tenho uma shadow 750 2006, e uma coisa que não gosto dela é o assento, principalmente por causa da estética; O assento da shadow 2011 cabe na 2006?

  6. Parabéns pela profundidade da análise.
    Que ótimo se míseros 10% da internet prestassem um serviço com essa qualidade.
    PS: Já que os prós são muitos, decidi comprar.

  7. Parabéns pela reportagem completa, esclarecedora e extremamente imparcial. Muito profissional e exemplo para outros repórteres, sites, revistas, etc de qualquer área. Como ex-proprietário da shadow 600 e muito possível próximo proprietário da nova 750, apesar do preço, fiquei feliz pela confirmação de minha opinião sobre a moto que foi bem parecida com a do repórter. Também gostaria de ver um comparativo entre a Shadow 750 e a Dyna Custom, uma vez que o preço entre elas não é mais um abismo. Parabéns a equipe Best Riders.

  8. Olá, gostei muito do vídeo. Se não for pedir demais, vocês poderiam fazer um comparativo entre a Shadow e uma Harley Davidson (por exemplo: Dyna). Me ajudaria muito a tomar uma decisão. Obrigado.

  9. Muito boa a reportagem escrita, completa e detalhada. O vídeo foi estragado com a música, deveria ter colocado por exemplo hellrider do Judas Priest.

  10. Voce não informou se o defeito das luzes indicadoras de seta, reserva gasolina, farol alto que fica no painel de instrumentos foi solucionado porque ate a 2010 como a minha e não da pra enxergar com o dia ensolarado se esta acionado algum destes itens pelo painel de instrumento. Inclusive, fiz uma notificação à Honda para resolver isto, caso contrario vou acionar a justica. Devido a estas falhas ja quase me acidentei varias vezes, e tbm coloquei em risco os colegas na viagem.

    • Valtemir,

      Você está certo., não falei sobre isso no texto. Também sou crítico da péssima visibilidade das luzes espia localizadas na mesa de direção em dias ensolarados. No modelo 2011, a única que foi para o painel foi a luz do pisca. A luz indicadora da reserva e do farol alto seguem no mesmo lugar.

      Um abraço,
      Gabriel Berardi – editor

  11. O Best Riders tem sido fantástico. Pra mim é o novo portal sobre motociclismo.

    As avaliações costumam ser ótimas. Mas… PQP! Ricky Martin, pra trilha da avaliação de uma Shadow!? Uma Chopper! Uma moto que transpira testosterona!?

    Na boa, não consegui assistir o teste até o final, além do som ter ficado desproporcionalmente alto e excessivo, a trilha sonora ficou muito descabida. Não tinha uma música mais máscula, mais clássica? Um Creedence, Dire Staits, sei lá…

    Algo nesse estilo?

    • Halysson, entendemos o seu ponto de vista, mas te garanto que sempre alguém vai gostar e outros vão detestar a musica que nosso editor de vídeos escolheu. Vale lembrar que, como você disse, uma chopper “transpirar testosterona”, o estilo custom vem sendo muito adotado por mulheres motociclistas que encontram na baixa altura do assento ao solo um aliado. É amigo, depois que a Sandy virou Devassa, até que o Ricky Martin e uma custom não é nada tão absurdo. Obrigado pelo puxão de orelhas!

  12. Fantástico, gostei muito das suas impressões sobre a shadow, parabéns
    achei um pecado da Honda insistir nesses amortecedores traseiros

    grande abraço

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