Venda de motos está abaixo das expectativas

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Venda de motos está abaixo das expectativas, segundo Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares). Apesar da evolução de 5,1% em relação à quinzena inicial de novembro de 2012, os negócios do ano acumulam queda de 8,5%.

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Foto: Test Rider

Venda de motos está abaixo das expectativas

A primeira quinzena de novembro apresenta aumento em venda de motos no país. Segundo levantamento divulgado pela Abraciclo, com base nos licenciamentos registrados pelo Renavam, foram emplacadas 61.064 motocicletas na primeira quinzena deste mês, volume 2,4% maior no comparativo com o mesmo período de outubro, quando foram licenciadas 59.636 unidades. Em relação às vendas registradas em novembro do ano passado (58.083 unidades), houve um crescimento de 5,1%. Entretanto, o setor ainda enfrenta queda de 8,5% nos licenciamentos no acumulado do ano. De janeiro até a primeira quinzena de novembro foram emplacadas 1.313.863 ante 1.435.701 unidades.

Com 10 dias úteis, a primeira quinzena de novembro apresentou média diária de 6.106 motocicletas comercializadas, ante 5.421 unidades do mês anterior, que registrou um dia útil a mais. Em novembro de 2012, com nove dias úteis de vendas, foram emplacadas 6.454 motocicletas por dia.

Embora os resultados da quinzena possam representar uma pequena evolução nos negócios, ainda ficam aquém das expectativas do setor, que tem investido no lançamento de novos modelos e campanhas de marketing“, diz o diretor executivo da entidade, José Eduardo Gonçalves. O diretor lembra que a sazonalidade dos negócios era esperada como fator de recuperação parcial no desempenho de 2013, mas isso ainda não aconteceu: “Com a proximidade do verão e o pagamento da primeira parcela do 13º salário, as vendas costumavam evoluir bem mais nos finais de ano”, comenta José Eduardo.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Ainda acho que a atuação da ABRACICLO deixa muito a desejar quando comparada com a ANFAVEA. Essa, quando chega em Brasília-DF, bate forte na mesa e obriga o governo a reduzir impostos sobre os veículos fabricados por seus associados, para que as vendas se mantenham ou venham a aumentar, ainda que as cidades não comportem mais carros nas ruas.

    A ABRACICLO já deveria ter aprendido a lição e agir mais contundentemente junto aos órgãos federais no intuito de baixar a tributação sobre as motos e retomar o ritmo das vendas.

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