Venda de motos caem na primeira quinzena de julho

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Venda de motos caem na primeira quinzena de julho, segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).

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Foto: Divulgação

Venda de motos caem na primeira quinzena de julho

Analisando os licenciamentos registrados pelo Renavam, foram emplacadas 64.200 motocicletas na primeira quinzena de julho, 2,3% a mesmo que o mesmo período de 2012 e 35% que o mês de junho, que registrou 66.534 unidades em sua primeira quinzena.

Com 11 dias úteis de vendas, o período apresentou uma média diária de 5.836 motocicletas comercializadas, o que corresponde a menos 12% em relação a junho (6.653 unidades), que teve um dia útil a menos.

“As vendas de motos mostram uma retração entre as quinzenas iniciais de junho e julho, decorrente da manutenção da alta seletividade na concessão de financiamentos. Todavia, também é preciso considerar os impactos do feriado prolongado de 9 de julho, especificamente no Estado de São Paulo, um mercado significativo, que certamente teve influência nos resultados nacionais. Considerando-se o ritmo diário de vendas e os dias úteis da segunda quinzena do mês, as projeções da Abraciclo indicam que o volume total no fechamento de julho poderá se equiparar  ao mês de junho”, comenta José Eduardo Gonçalves, diretor executivo da entidade.

De acordo com dados da Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), o ranking de modelos mais vendidos até o momento no mês de julho está assim:

1º – Honda CG 150 – 18.788 unidades

2º – Honda Biz – 13.444 unidades

3º – Honda CG 125 – 11.129 unidades

4º – Honda NXR 150 – 10.348 unidades

5º – Honda Pop 100 – 5.637 unidades

6º – Yamaha YBR 125 – 4.322 unidades

7º – Honda CB 300R – 2.197 unidades

8º – Honda XRE 300 – 2.073 unidades

9º – Honda NXR 125 – 1.834 unidades

10º – Yamaha Fazer 250 – 1.363 unidades

1 COMENTÁRIO

  1. As vendas de motocicletas vão continuar caindo se os fabricantes não reduzirem os preços.

    O povo acordou também (além do gigante).

    Temos conhecimento que pagamos altíssimos preços comparados aos praticados no exterior pelos mesmo fabricantes e para motos melhores. Isso gera revolta que se reflete nas vendas.

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