'Não há espaço para duas competições', afirma Corano

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“A Stock Car é a categoria de carro preferência no país, onde verdadeiramente tem pilotos. E tem a Porsche Cup, que bem ou mal, são senhores que vão lá para correr em um estilo meio diversão, um peguinha entre amigos”.

A provocação é do piloto Bruno Corano, que faz uma analogia entre as competições de automobilismo com as de motovelocidade. No caso, a Superbike Series Brasil, organizada pelo próprio Corano, e a Moto 1000 GP, pelos pilotos Gilson Scudeler e Alex Barros.

Conversamos com o empresário, piloto e instrutor Bruno Corano em seu quartel general, onde centraliza o escritório que gerencia todas as suas atividades. Em pouco mais de 40 minutos, sempre com uma fala calma, contínua e sem nunca aumentar o tom, o piloto enfatizou que não há espaço no Brasil para a realização de duas competições nacionais de motovelocidade. Ele enumerou a evolução contínua da Superbike, que ano a ano, aumenta o número de competidores inscritos, categorias disputadas, audiência do público e resposta dos patrocinadores.

Em primeira mão, Corano já adianta: Até 2013 as equipes oficiais da Ducati e da MV Agusta ingressarão na Superbike e serão adversárias diretas das já atuais Kawasaki, Honda e BMW.

Na entrevista mais uma novidade. Também para 2013 a promessa é que as crianças participem da competição em uma categoria de base que será criada.

Outra afinetada de Corano foi direcionada aos nossos autódromos. “Interlagos não tem condições de receber uma competição internacional”, revela o piloto, descartando completamente a possibilidade de uma etapa da MotoGP ou do Mundial de Superbike ser realizado em São Paulo. Entretanto, diz que a vinda de uma dessas competições para outros autódromos do Brasil tem grandes chances de ser concretizada, mas não de imediato.

Assista a versão compacta da entrevista:

Abaixo você pode conferir a entrevista completa:

1 COMENTÁRIO

  1. Olha, difícil analisar uma pessoa baseada em uma só entrevista. Então entendam que este post é uma análise superficial.
    Entendo todo o investimento que o Corano fez, todas as coisas que ele provavelmente abriu mão de fazer para viabilizar um empreendimento deste tamanho, mas esta postura meio “arrogante”… definitivamente não faz bem à imagem da categoria (analisando do ponto de vista de profissional de comunicação que sou).

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