Harley 110 anos – Dia #3: VolksHarley

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Posso dizer que os dois dias passados me impressionaram de alguma forma, seja pela quantidade de motos diferentes que pude apreciar, seja pela seriedade que a Harley trata o “business” motociclismo, ou mesmo pelo fanatismo que durante mais de cem anos a marca vem colecionando.

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Harley 110 anos – Dia #3: VolksHarley

Hoje fiquei impressionado do aspecto popular que a Harley movimenta. Sim, por estas bandas a Harley é do povão. Estava a caminho da concentração para a famosa parada de motos e o que vi foi algo parecido com uma preparação para um desfile nacional da envergadura de um “7 de setembro” brasileiro, ou mesmo algo maior.

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A cidade parou, é como se todos fossem as ruas ver entusiastas das duas rodas passarem em um desfile monstruoso. Fiquei na esquina da avenida Wisconsin com a Milwaukee. Uma esquina estratégica onde a maioria das televisões estavam registrando o evento. Veja o mapa com o roteiro da parada em azul:


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Foram mais de 6000 motos, segundo a contagem da Harley, com as mais diferentes customizações, cores, pilotos e passageiros. Claro que o grupo brasileiro veio animado no nosso estilo, muita alegria, e orgulho de participar desta parada no coração pulsante da Harley-Davidson.

Harley 110 anos

Falando em orgulho e alegria, realmente era um carnaval. Os foliões em duas rodas riam, acenavam e alguns até se emocionavam a bordo das motos e recebendo todo o carinho e atenção da plateia durante todo o percurso de aproximadamente 8,5km. Senhoras na ilha da Avenida Wisconsin mostravam placas escritas a mão do tipo “Ride Loud” – algo como “pilote fazendo barulho” – e vibravam com a passagem das bikes.

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Acabado o desfile, segui para o Summer Fest Grounds. Estacionei longe deste principal site do evento e na caminhada sob 34 graus, passei por algo que me lembrou muito as feiras dos Rallies tradicionais, com barracas vendendo de tudo em relação a motocicletas, e ao evento a preços mais baixos, claro, que em país sério, não há pirataria, e nem mesmo menção em camisetas “alternativas” da marca “Harley Davidson“. Estas camisetas, no máximo traziam os dizeres “110 Years Milwaukee – 2013”, mas claro que todos sabiam o que isso significava. Feira popular de artigos para motos. Desde camisetas até roupas para babies, passando por facas (!?), bebidas, hot dogs, e muitos, muitos bikers de todos os tipos. Volksharley!

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Chegando próximo de um dos palcos, já dentro do ambiente do evento, percebi que estava acontecendo um leilão enorme. Leilão de que? Oras, de tudo que carrega o Bar & Shield, desde um tanque assinado pelo Willie G. até uma motocicleta exclusiva comemorativa. Quadros da coleção particular dos Davidsons, e até peças de roupas desenhadas pela Karen Davidson (filha de Willie G.) eram vendidas a preços, muitas vezes, absurdos. veja o vídeo que fiz do leilão de uma das peças, no caso um tanque assinado pelo Wilie G. arrematado por 700 doletas:

Como curiosidade do dia, ficou a Timeline Bike, um quadro de moto com os mais famosos motores que a Harley produziu, montados em série. Veja o vídeo:

Deste evento deixei minhas impressões e opiniões, espero que os entusiastas da Harley-Davidson possa vivenciar pelo menos uma vez tudo isso. Nem que seja para se impressionar, positivamente, negativamente, enfim, viver!

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(foto: futuro piloto segura bandeirinha do Brasil que demos para ele)

Para finalizar deixo algumas imagens que fiz na frente do museu registrado em vídeo.
Keep riding!

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