CESVI Brasil amplia avaliação de sistemas de rastreamento e bloqueio

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Avaliação de rastreadores auxilia o consumidor a identificar equipamentos e serviços com qualidade técnica


Ao longo dos 14 anos de atuação em pesquisas de sistemas de rastreamento de veículos, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) tem orientado o mercado sobre aspectos técnicos e as melhores práticas. Para 2012, o centro ampliou a metodologia de certificação de rastreadores, verificando novos itens com uma análise técnica ainda mais profunda. Também, no próximo ano, o CESVI BRASIL contará com novo laboratório para análises técnicas e passará a realizar, além dos testes práticos em equipamentos embarcados (que já acontecem), análises mais profundas das interferências, consumos, tráfego de informações e funcionalidades dos sistemas.

A certificação desenvolvida pelo centro possibilita que o consumidor tenha um indicador técnico para auxiliar na decisão da compra de um sistema de segurança. O mercado também se beneficia desse referencial técnico. As seguradoras conseguem identificar a qualidade e confiabilidade aplicada nos veículos monitorados – que interferem diretamente no risco do sinistro. Já as empresas de rastreamento, que optam pela certificação, contam com uma análise ampla de seu desempenho na operação técnica, suporte e atendimento. Com essa radiografia técnica, as rastreadoras podem adequar equipamentos, processos e mão de obra, assegurando a qualidade de seus serviços.

Uma das principais mudanças na avaliação é uma conformidade ao que o mercado já vem aplicando. De acordo com o tipo de atuação, as empresas não têm mais feito instalação (ou envio) de comando de bloqueio do veículo. Por isso, o critério “bloqueio de veículo” deixa de ser obrigatório, tornando-se item complementar, que apenas ajuda na pontuação final.

Recentemente, o CESVI BRASIL realizou uma pesquisa para verificar qual o público que consulta em seu site a relação de empresas de rastreamento certificadas. A pesquisa revelou que 55% são consultas de seguradoras e corretores, e 45% de outros segmentos – frotistas, cooperativas e consumidores finais.

Abaixo, alguns itens que passaram a ser verificados na metodologia de avaliação.

Legalidade e certificações

É o novo nome do critério “documentação”. Mantém a avaliação de presença de contrato social, Caged e certificação Anatel, e inclui uma validação das certificações reconhecidas pelo mercado, do tipo NBR ISO, que têm se provado um diferencial para as rastreadoras.

Instalação de equipamentos

“Procedimento de instalação” passa a ter complemento de “check-list”. O antigo item “disposição de componentes” passa a ser desmembrado em “tipo de isolamento de emenda”, “dimensionamento de chicote”, “pontos de alimentação, pós-chave e aterramento”, “ocultação de componentes” e “fixação e disposição dos componentes”. E há dois novos grupos: “instalação de acessórios de segurança” e “instalação para acessórios de telemetria” que verificam: “dimensionamento do chicote e de acessórios”, “ocultação de chicote”, “instalação de acessórios”, “instalação do teclado”, “acessórios habilitados para instalação”, “treinamento de instaladores para acessórios”.

Assistência ao veículo

Neste ponto, o item “suporte técnico” deu lugar a outros três itens: “assistência técnica e assistência remota”, “tipo de assistência remota oferecida” e “canais de comunicação com a assistência técnica” – todas com foco na estrutura da empresa.

Software

O antigo item “atualização de mapas” passa a se chamar “contrato para utilização de mapas”, tornando-se obrigatório para quem utiliza mapas do mercado. Da mesma forma, o item “autochecagem” passa a se chamar “listagem de veículos sem atualização”, com análise mais profunda para quem atua com proteção do casco. “Precisão do veículo indicado no mapa” e “ferramentas para mapas” são os novos critérios.

O item “liberação/bloqueio de ação em área controlada” passa a ser “configuração de ações embarcadas”. O objetivo é demonstrar as ações da empresa sobre as configurações de rota, e as ações do equipamento diante de movimentos não autorizados do veículo.

“Gerenciamento de telemetria” passa a ser o item único que avaliará os antigos “gerenciamento de velocidade máxima e mínima” e “gerenciamento de rotação”; e também examinará outros tipos de gerenciamento possíveis. Já o item “tipos de relatórios de gerenciamento de telemetria” vai avaliar quais os relatórios possíveis dentro da telemetria. E as interfaces nos módulos do rastreador serão avaliadas no grupo “interação no veículo”, de acordo com as portas de entrada e saída oferecidas para coleta e recebimento de informações.

Funcionamento do equipamento

Os itens “dimensionamento das conexões”, “consumo elétrico”, “sirene”, “bateria back-up”, “antifurto” e “disposição antiviolação”, que antes estavam reunidos no grupo “funcionamento”, foram redistribuídos para outros grupos, e ficaram agrupados aqui itens estritamente técnicos relacionados ao funcionamento do equipamento.

Formação de operador logístico junto ao software

Grupo de itens voltados para logística com os novos critérios: “manual de operação do software”, “estrutura de formação ao cliente logístico” e “suporte ao software ao cliente logístico”.

Sistemas de comunicação

A intenção é avaliar o controle feito sobre a estabilidade da comunicação entre o rastreador e a central. Quando há uma queda de rede de telefonia celular em alguma região, a central deverá alertar a operação sobre o ocorrido, buscando um acompanhamento mais apurado.

Central de atendimento

Para este setor, há diversos novos critérios, com destaque para o “contrato de confidencialidade”, que visa evitar que comunicações indevidas exponham clientes. Para isso são avaliados os seguintes itens:

– Central de atendimento ao cliente: atendimento aos instaladores/ativação de instalação; tipo de atendimento aos instaladores/ativação de instalação; atendimento à emergência; tempo médio de retorno de botão de pânico; canais de comunicação de emergência; e contrato de confidencialidade.

– Estrutura e armazenamento de dados: no-break; gerador; controle de acesso à central de armazenamento de dados; gravação de meios de comunicação com a central; gravação de dados em mídias eletrônicas (back-up); e servidores.

Os itens “no-break” e “gerador” foram separados. O objetivo é verificar a segurança no funcionamento de cada um, e seus recursos de preservação. Significa que os geradores e no-breaks com acomodação, instalação e segurança adequadas terão pontuação alta.

Documentação só pela internet

Para diminuir os custos de quem procura a avaliação de sua empresa, o CESVI BRASIL passa a receber a documentação das empresas apenas pela Internet. A confirmação da autenticidade do material será na própria visita à empresa, comparando com a documentação original.

Para consultar os equipamentos e as empresas de rastreamento e bloqueio de veículo certificadas pelo CESVI BRASIL, acesse a página: http://www.cesvibrasil.com.br/avaliacoes/sistemas_aprovados.aspx

Fonte: Assessoria de Imprensa – Fernanda Mendonça

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