BMW deixa o Mundial de Superbike

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BMW deve deixar o campeonato Mundial de Superbike até o final da temporada de 2013, a decisão foi tomada por conta de um novo realinhamento estratégico da empresa para os próximos anos.

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S 1000 RR que fez a estreia da BMW no Mundial de Superbike em 2009

Foto: Divulgação.

BMW deixa o Mundial de Superbike

Um dos motivos pela qual a BMW deve deixar o Superbike é por conta de uma nova estratégia, da qual a partir de agora a empresa começará a priorizar o mercado em países emergente, entre eles o Brasil,  dando foco dentre outras coisas motos de até no máximo 500cc. Ainda esse ano ela havia vendidoHusqvarna para um dos executivos da KTM, empresa qual havia sido adquirida recentemente pela divisão de motocicletas da BMW em 2007.

“A BMW Motorrad finalizará seu envolvimento com o Mundial de Superbike depois dessa temporada. Essa decisão está ligada ao realinhamento estratégico da marca. A BMW agora se concentrará em expandir o portfólio de sucesso de motos acima de 500cc e também de produtos abaixo dessa cilindrada, na propulsão elétrica e no desenvolvimento em mercados emergentes, como o Brasil e a Ásia. Apenas aqueles que agem consistentemente hoje estão preparados para os desafios de amanhã”, complementou o diretor geral da BMW Motorrad, Stephan Schaller.

A estreia da BMW no Superbike aconteceu em 2009 com o modelo S 1000 RR, e em 2012 a equipe conquistou suas primeiras seis vitórias num total de 28 baterias com o italiano Marco Melandri, fazendo com que o time terminasse como vice-campeão no ranking entre os construtores. Agora a BMW deixa o campeonato com um desempenho não tão bom quanto o esperado desde sua entrada no mundial.

Andrea Buzzoni chefe do time BMW no Superbike ainda completou: “A equipe é muito profissional e motivada e tenho certeza que eles continuarão fazer de tudo para fechar a temporada em alta. Estamos satisfeitos com os resultados atuais e vamos continuar trabalhando duro, então estou convencido que podemos celebrar mais triunfos com Marco e Chaz no restante do ano. Lamento a decisão, mas entendo a posição estratégica da empresa”.

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